Indústria Criativa

A cultura brasileira para além das fronteiras

Está disponível o primeiro Manual de Exportação de Bens e Serviços Culturais, produzido pelo Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O manual tem objetivo de estimular e orientar os empreendedores da indústria criativa  para exportarem bens e serviços culturais brasileiros. Segundo ministro Sérgio Sá Leitão, a economia criativa corresponde a 2,64% do PIB, fomentando cerca de 1 milhão de empregos diretos, e gerando R$2,5 bilhões em arrecadação de impostos.

O Brasil possui uma rica diversidade cultural que ainda está voltada ao mercado interno, e são poucos os empreendedores que conhecem os trâmites para exportar. O manual abrange cinco segmentos da indústria criativa (TV e Mídias Digitais, Cinema, Música, Games e Publicidade) e traz informações sobre acesso a mercados, exigência de vistos, regimes tributários, cobranças de taxas, necessidade de documentos adicionais, procedimentos e prazos de tramitação, modelos de contratos e feiras de negócios. Também consta de links de instituições públicas e privadas envolvidas no processo de exportação, e reúne dados das atividades criativas e projeções de crescimento do segmento no Brasil e outros países nos próximos anos.

O Manual de Exportação de Bens e Serviços Culturais mostrará aos empreendedores o “caminho das pedras” para levar o que há de melhor na economia criativa brasileira, a todos os países do mundo.

Para mais informações, acesse o manual aqui.

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Publicado por

barbarafontes

Bárbara Fontes é formada em Comunicação Social pela UFMT. Especialista em Educação (Cinema e Educação). É cineasta, jornalista, roteirista, fotógrafa e poetisa. Seu primeiro trabalho em Assessoria de Comunicação foi em 1995. Iniciou no Cinema/Audiovisual/TV em 1994. Passou temporadas em vários países como Uruguai, Argentina, Bolívia, Panamá. Morou em Estocolmo, capital da Suécia, entre os anos de 2000 a 2002. Sua primeira entrevista para a televisão foi aos 12 anos, no programa de variedades, Vitrine, da TV Centro América. Aos 13 anos, escreveu seu primeiro artigo, publicado no jornal impresso, Correio Várzea-grandense. Desde que se conhece por gente, escreveu histórias, composições musicais, roteiros e poemas.

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