trabalho de foto-art de Bárbara Fontes

O Amor!

 O AMOR é o BEM na sua essência. O AMOR não é destruidor. O AMOR não é o MAL.
Quem diz que ama alguém só será digno de dizer que ama, se desejar o bem para a pessoa amada. Desejar o bem não é quando está junto e naquele romance todo, onde os olhos veem tudo mais colorido e tolerável.
Você descobre que ama alguém de verdade é na separação. Mas não é quando você se encontra no estágio de negação do rompimento do relacionamento. Não…não…isso não é amor, é orgulho ferido. Não é quando você se encontra no estágio de culpa e tentar fazer de tudo pra reparar as coisas, ou querer reconquistar a pessoa todo custo – dizendo (ou escrevendo) para ela que tudo vai ser diferente dessa vez. Não…não, isso não é amor, é obsessão. Não é quando você se desespera ao saber que a pessoa está com outra e pelo jeito ‘vai bem e obrigada’, e tentar fazer de tudo para atrapalhar (porque colocou na sua cabeça que ‘só você’ poderá fazer a pessoa feliz, e que está no seu direito de lutar para ter seu amor de volta). Não…não isso não é amor, é desrespeito. Amor não é quando você se revolta e fica com mágoa da pessoa (principalmente, se você acha que ela te dá falsas esperanças do tipo: ainda não se desligou completamente de você, mas não termina com a outra pessoa, entende?), e você diz (ou escreve) coisas idiotas, amargas e rancorosas (e se arrepende depois, claro!). Não…não isso não é amor, é egoísmo.

AMOR é

Quando numa noite de céu com poucas nuvens escuras e, ainda sim estrelado, com uma linda e iluminada lua crescente querendo virar ‘cheia’, você decide conversar com DEUS. Conversa sincera, doída e chorosa, você começa o estágio do autoconhecimento: encara a situação – a verdade nua e crua. Na teimosia, tão inerente aos mortais, imagina que ainda é possível elaborar um plano (dessa vez infalível) pra convencer a pessoa ‘amada’ de que ela é a sua ‘alma-gêmea’. Negocia com DEUS para lhe ajudar nessa tarefa, e fica inconformado (a) porque DEUS disse um belo NÃO bem na sua cara (e ainda acha que DEUS não te ouviu direito, afinal, você só tem boas intenções – que custa ajudar, pô!!!). A resposta de DEUS é bem outra, aquela que você não quer ouvir, porém, é uma mensagem profunda e verdadeira, que toca o seu coração, e aí sim, você está no estágio de aceitação e como num ritual fúnebre, você se despede da pessoa ‘amada’ e a entrega nas mãos de DEUS, dizendo bem baixinho: Cuida dela, tá? Então, você a deixa partir, para que ela siga o caminho necessário para a sua evolução espiritual e físico. Agora, você se encontra no estágio do desapego. Você a liberta, e se liberta! Finalmente, está pronto (a) para seguir adiante, com novos planos e sem rancor na alma. Tem prova maior de amor do que aceitar que o outro siga seu destino na paz e na felicidade? Isso é o BEM e sim..sim…isso é AMOR.

Nada como o TEMPO

O tempo passará, feridas se fecharão, novas experiências acontecerão, e o que tiver de ser, será. E, se realmente, essa pessoa, que você amou tanto, for o seu destino, ela voltará para que vivenciem um relacionamento mais amadurecido, saudável e equilibrado. Numa relação amorosa, as duas pessoas precisam estar conectadas, e ninguém deve amar demais ou amar de menos. É preciso amar por igual, porque o ato de amar não é competição.
(Bárbara Fontes in ‘O AMOR’ – Projeto de Cronista – numa manhã de outono de 06 de abril de 2014)
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barbarafontes

Bárbara Fontes é formada em Comunicação Social pela UFMT. Especialista em Educação (Cinema e Educação). É cineasta, jornalista, roteirista, fotógrafa e poetisa. Seu primeiro trabalho em Assessoria de Comunicação foi em 1995. Iniciou no Cinema/Audiovisual/TV em 1994. Passou temporadas em vários países como Uruguai, Argentina, Bolívia, Panamá. Morou em Estocolmo, capital da Suécia, entre os anos de 2000 a 2002. Sua primeira entrevista para a televisão foi aos 12 anos, no programa de variedades, Vitrine, da TV Centro América. Aos 13 anos, escreveu seu primeiro artigo, publicado no jornal impresso, Correio Várzea-grandense. Desde que se conhece por gente, escreveu histórias, composições musicais, roteiros e poemas.

2 comentários em “O Amor!

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