Balbúrdia – O Retorno

Egressos da UFMT celebram a amizade em evento emblemático

 

 

Uma festa para ficar na memória e no coração dos 120 participantes, entre egressos, professores e convidados, que enfrentaram a noite fria de sexta-feira (05.07), no espaço Valdelícias, em Cuiabá (MT), para um raro momento de reencontros, abraços saudosos e muita conversa para colocar em dia, afinal, são 29 anos de história do curso de Comunicação Social (COS) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

 

 

 

O evento promovido pelos egressos de comunicação social da UFMT foi uma excelente ocasião para reencontros, boas conversas e, principalmente, para fortalecer a identidade do curso que foi o pioneiro em Mato Grosso na formação de Jornalistas, Radialistas e Publicitários.” (Sonia Zaramella – profesora aposentada do departamento de Comunicação Social/UFMT)

 

 

Sonia e o marido Zeca

Foto: Professora Sonia Zaramella e o marido José Luiz Zaramella. Sonia é uma das fundadoras do curso de Comunicação Social da UFMT. 

 

 

Ao meu ver, nossa festa foi um evento de importância fundamental em diversos sentidos: reencontro de amigos e colegas que há muito não se viam, encontro de diferentes gerações que se conheciam apenas pelos corredores da UFMT; todavia, o principal foi a sensação de afetividade (no sentido de deixar ser afetado positivamente pela presença do outro) e,  ao mesmo tempo, pertencimento, de estar em um grupo harmonioso – coisa tão rara em nossos dias.” (Glaucos Luis, servidor público da UFMT. Fez parte da primeira turma da COS)

 

 

 

Glaucos entre amigos: Fotos: (1) com as jornalistas Francisca e Ana Cristina. (2) com a radialista e produtora cultural, Keiko Okamura. (3) com o músico Jean Bass, e o radialista/publicitário e vocal da banda Contra-Ataque, Jomar Brittes.

 

 

 

“Balbúrdia – O Retorno” foi um evento que uniu a alegria e o colorido das festas juninas com o melhor do rock in roll, o que gerou uma criativa “festa rockina”. A banda Contra-Ataque tocou clássicos nacionais e internacionais, e a playlist elaborada pelo fotógrafo Tchélo Figueiredo fez uma viagem musical pela década de 1990, período em que os egressos entraram na universidade. O palco aberto permitiu uma galera boa de som, a tocar e cantar, e homenagear uma pessoa que faz parte das boas memórias do egressos dinossauros: Antônio Sodré, o Sodrezinho. Poeta e músico, autor de um dos hinos da UFMT  – “O lado humano não acompanha o tecnológico”.

 

 

A escolha do nome Balbúrdia foi proposital como uma forma de ironizar os ataques sofridos pelas universidade públicas brasileiras, e também criticar a situação de abandono e descaso político. As universidades públicas são as grandes responsáveis pelos avanços significativos em todas as áreas do conhecimento, e beneficiam a sociedade como um todo. Desde a sua criação, o curso de Comunicação Social prepara e forma jornalistas, radialistas, publicitários e cineastas para o mercado de trabalho, e muitos deles são reconhecidos e premiados no Brasil e no exterior. Na festa, o sentimento de gratidão dos egressos por terem estudado na UFMT era nítido!

 

 

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Foto: Banda Contra-Ataque

 

 

A festa foi um sucesso. Fato! O ambiente estava com uma decoração linda, havia muita comida, bebidas e guloseimas. A barraca da pescaria estava animada e cheia de prendas, e os pula-pulas fizeram a alegria da criançada que deixou os seus pais e responsáveis mais tranquilos para se divertirem – como nos bons tempos de universitários. O evento conseguiu atingir os seus objetivos de celebrar a amizade, as boas lembranças e os 29 anos do curso, graças ao trabalho de uma equipe que esteve muito envolvida em todas as etapas para a realização do evento.

“Balbúrdia – O Retorno” tem uma história que merece ser contada aqui:

 

 

  • Tudo nasce com uma ideia 

Foi numa festa de aniversário, em 2018, que as jornalistas Natacha Wogel e Camila Bini jogou na roda de amigos a vontade de fazer um reencontro dos egressos. Todos concordaram, porém, ficou apenas no campo das ideias. O tempo passou e quase um ano depois, a proposta ganha força para a sua concretização durante o café da manhã do “Jornalistas Que Correm” (JQC), iniciativa esportiva patrocinada pelo Grupo Petrópolis. Este evento contou com as participações de Natacha e Camila, além de algumas pessoas que estiveram um dia antes no lançamento do livro “Somos Todos COS”, da jornalista Celly Alves Silva, que fez um emocionante resgate histórico do movimento estudantil do curso de Comunicação Social. O evento da Celly reuniu egressos de várias gerações e o sentimento de saudosismo foi inevitável, assim como a vontade de se reunir novamente. Eram muitos sentimentos bons de reencontro que o universo conspirou a favor!

 

“A festa nasceu de um desejo despretensioso de reunir as turmas, reunir pessoas que convivemos, pelo menos por quatro anos, e foi um período de efervescência cultural, um período de transformação muito grande. A gente, pelo menos eu na minha época, estava sendo introduzida ao mundo tecnológico, um mundo de conexão da internet e tudo era muito novo, interessante e diferente. E de lá para cá, embora o mercado de trabalho seja praticamente o mesmo para a maioria, a gente se encontra no front de trabalho e não tinha um trabalho de reunião dessas pessoas. Uma reunião para saber sobre como estavam a vida delas e com suas famílias. As minhas amizades da faculdade se perduram, porém, eu não encontro no trabalho. Eu encontro outros egressos que não eram os meus amigos de faculdade, mas que sempre estiveram no mercado de trabalho. E por que não reunir essa galera para saber o que virou da vida deles? Não só no campo profissional, mas no pessoal também. E por que não restabelecer amizades? E por que não retomar aquele clima delicioso que era de faculdade? ” (Natacha Wogel, jornalista e idealizadora da festa)

 

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Foto: Natacha, Camila, Márcia Raquel e Herlon

 

 

O que estava no desejo e no campo da idealização se torna real horas mais tarde com a criação de um grupo de WhatsApp que reuniu quase 200 participantes. A pauta principal era realizar uma festa para os egressos, porém, inevitáveis foram as conversas paralelas que relembraram situações passadas nas salas de aulas, nos laboratórios, nas aulas de campo, nas festas, e principalmente, nos corredores do antigo bloco emprestado para o departamento de Comunicação Social.

 

 

 

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O texto de apresentação tem humor e ironia. O professor Joaquim Welley Martins, o terror de muitas turmas iniciais do curso, se tornou o garoto-propaganda do grupão. Joaquim foi um excelente e exigente professor, porém, a maioria de nós, vindo do Segundo Grau (Ensino Médio) não tinha a maturidade para compreender – ainda – as demandas da vida universitária. O espaço virtual proporcionou o primeiro grande reencontro com egressos que moram em Mato Grosso, em outros estados e no exterior, e alguns conseguiram se programar para virem à Cuiabá.

 

 

Quando recebi a notícia do encontro de egressos da UFMT já comecei a procurar passagem porque penso que a  memória não significa passado, mas gratidão, significa reconhecer o tanto que se trilhou. E foi isso que busquei e encontrei em nossa festa. Mesmo sentindo falta dos meus colegas e amigos de turma, foi prazeroso reencontrar os veteranos e os calouros, conhecer suas famílias, dançar, rir e trocar muitos e muitos abraços. Também me realizei em rever minha orientadora (Profa. Sônia Zaramella) e o que de todos os professores do curso foi meu mestre na vida, o Prof. Segura, que foi meu editor-chefe. Enfim, só tenho agradecimento a comissão organizadora e estou com as melhores expectativas para a balbúrdia dos 30 anos” (Ana Cristina Moreira, jornalista e servidora pública da Rede Federal de Educação Profissional. Fez parte da segunda turma do curso)

 

 

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Foto: Reencontro mágico: Ana Cristina, Eu e Ana Cristina Moreira

 

 

Após várias discussões salutares, a primeira reunião presencial é marcada:

 

 

Fotos no Bar do Dirceu:  (1) Camila, Magda e Doriane. (2) Tchélo Figueiredo e a galera. Assim nasceu a “Comessão” Organizadora!

 

 

  • A Comissão Organizadora

Foi no Bar do Dirceu, ponto de encontro de artistas, escritores e profissionais da Comunicação, que acontece o primeiro encontro dos egressos, e assim nasce a “Comessão” Organizadora, nome batizado pela super criativa Camila Bini. Naquela noite, eu, Bárbara Fontes; Camila; Natacha; Magda Matos; Alessandra Barbosa, Iviush Belotto; Francisca Medeiros; Jomar Brittes; Paola Carlini; Tania Kramm, Doriane Miloch; Tchelo Figueiredo; Joilson e Camacho; não tínhamos ideia de que nossas vidas estariam entrelaçadas e com conversas diárias e reuniões por meio da criação de um grupo de WhatsApp, em 22 de maio.

 

 

Me colocaram no grupo da festa, eu achei a ideia maravilhosa e quando percebi, já estava no grupo da comissão organizadora. Acabei me envolvendo tanto com a festa quanto com a organização porque eu estou num período de resgate, de resgatar das coisas boas da minha vida. Eu já tinha tentado formar um grupo com os formandos da minha turma e não tinha dado certo. Então quando apareceu a Natacha e a Camila, as duas estavam bem animadas para fazer essa festa, eu pensei: agora quem sabe essa festa sai. A iniciativa vale e foi muito legal pra mim porque depois da faculdade, com a rotina de trabalho e casamento e família, a gente vai se perdendo das pessoas. Embora eu encontre alguns profissionalmente, mas a gente se perde da maioria deles. E nesse momento em que a gente deve estar firme e atuante em defesa da Educação pública e de tantas outras coisas, eu acho que a gente estar unido, estar junto é muito importante.” (Iviush Beloto, Jornalista/Chefe de Reportagem da TV Vila Real. Fez parte da turma de 1992)

 

 

 

Fotos: (1) Iviush. (2) Egressos do curso que trabalham com Iviush na TV Vila Real. (3) domingo também era dia de reunião da comissão (na casa da Iviush).

 

Na comissão organizadora o legal mesmo é ver uma ideia se concretizar. Não consegui colocar tanto a mão na massa como queria, mas o núcleo que tocou em frente foi incansável e o bacana que de uma forma muito compartilhada.” (Francisca Medeiros, jornalista, editora-chefe do MT2, na TV Centro América. Fez parte da primeira turma da COS)

 

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Foto: Natacha (em 1º Plano), Francisca Medeiros (na primeira cadeira) e a galera da “comessão” organizadora na primeira reunião no Bar do Dirceu (Cuiabá/MT).

 

 

Organizar uma festa, principalmente sem fins lucrativos é um tipo de hobby, eu gosto bastante, mas a festa dos egressos teve um caráter diferente porque eu resgatei uma parte de mim. Eu resgatei um período da minha história em que eu fui muito feliz. Eu tenho memórias fantásticas e relembrar tudo aquilo é também relembrar os amigos que se foram, dos professores que faleceram. Não tenho palavras para expressar a minha gratidão pelo destino ter me ligado novamente aos membros da comissão organizadora.” (Magda Matos, jornalista, servidora do MT Hemocentro e mãe de duas fofuras. Fez parte da turma de 1993/2)

 

 

 

Fotos: (1) Reunião da comissão organizadora no Sesc Arsenal. (2) E mais reunião! Magda Matos com o maridão Otto, que sempre nos ajudou.  (3): Magda, alegria em pessoa!

 

 

A comissão organizadora repassava para o grupão as ideias, possibilidades de datas e locais, e outras questões sobre a produção da festa para o Grupão. Também produziu material para a imprensa, arte gráfica, a ficha de controle de pagamentos, atualizações da lista dos pagantes da cota, a elaboração da playlist do Tchélo, para tocar durante o intervalo da banda entre outras atividades. No final da matéria tem links para acessar a playlist que tocou na festa!!

 

 

“Pensei na diversidade de estilos de músicas conforme as gerações dos alunos da faculdade de comunicação foram existindo, cada geração adotou um estilo, ou uma cultura diferente no seu tempo. O curso de Comunicação Social já foi samba, rock, dance, eletrônico, pop e por aí vai.” (Tchélo Figueiredo, fotógrafo. Fez parte da turma de 2.000/1)

 

 

 

  • Planejar e Planejar

Se fazer uma festa para amigos próximos não é uma coisa fácil, imagina para pessoas que há décadas não se reencontram! Havia muitos desafios para a comissão organizadora ultrapassar, inclusive na questão financeira. A ideia era fazer uma festa bacana e acessível para todos. Com o local e a data definidos, os próximos passos eram levantar orçamentos e buscar parcerias e patrocínios. Camila Bini criou uma vaquinha virtual e uma cota foi definida para pagar o buffet.

 

 

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Foto: Uma parte da comissão visita o restaurante e buffet Valdelícias.

 

Jomar Brittes mandou muito bem nas artes gráficas e sempre solícito com as demandas da comissão. Generoso, abriu mão de seu cachê como vocalista da banda Contra-Ataque. Gratidão, querido amigo!! Segue abaixo algumas artes produzidas por Jomar:

 

 

 

 

Por que o dinossauro? É uma homenagem aos veteranos do curso! Somos todos jurássicos (risos)!

 

 

 

  • A festa ganha “corpo e alma”

Balbúrdia – O Retorno seria uma festa chinfrim sem a participação do talentoso e querido Jorge Katumba. Ele e a sua equipe transformaram o espaço do Valdelícias num ambiente junino sem esquecer a cultura cuiabana, com as chitas coloridas.

 

 

Foto: O querido Jorge Katumba e equipe trabalharam muito!! Gratidão!!

 

 

 

*Fotos: Bárbara Fontes

 

 

A jornalista Magda Matos deu um toque emotivo na decoração ao montar painéis com fotos das mais diversas turmas que passaram pela COS. Em cada foto, uma história boa pode ser contada. Difícil não se emocionar!

 

 

 

 

 

Antes de festar, muito trabalho para deixar tudo bonito, acolhedor e funcional:

 

 

*Fotos: Bárbara Fontes

 

 

 

  • Balbúrdia- O Retorno!

Às 21h, do dia 05 de julho de 2019, iniciou a festa mais aguardada dos últimos meses. As pessoas chegavam de um jeito e no decorrer meio da festa já eram outras, com olhos marejados, sorrisos nos rostos e um festival de abraços apertados e saudosos aconteceu. Um dos momentos mais especiais da festa foi reencontrar alguns professores, nossos mestres que nos ajudaram a encaram os oitos semestres de curso: Aílton Segura, Sonia Zaramella, Claudia Moreira. Muitos egressos, como eu e Camila Bini tivemos a oportunidade de lecionar na UFMT.

 

 

O que eu achei legal da festa foi ter essa dinâmica de unir as pessoas de uma geração mais antiga e de uma geração mais nova, fazer esse contraste de profissionais da Comunicação de hoje em dia também, da realidade que cada um passou, mostrar as épocas nas fotos nos painéis nas paredes. Mostrar quem são as pessoas que muita gente não conhece, às vezes só escuta de nome. O legal da festa foi isso! Gostaria que outras pessoas tivessem vindo, mas não moram mais em Cuiabá, estão em outros lugares como Brasília, como no Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia também. São todos da minha época da faculdades mas não estão mais presentes. O legal foi isso: mostrar, unir as pessoas, unir a Comunicação Social num todo numa festa descontraída com muita diversidade musical. O curso de Comunicação Social trouxe essa pluralidade de pessoas, de gêneros, de gostos, de pensamentos e isso que eu acho bacana da festa: unir essas pessoas num ponto comum que é a diversão, a descontração e a troca de experiências.” (Tchélo Figueiredo)

 

 

 

Fotos: Bárbara Fontes

 

 

A comissão organizadora abre a festa “Balbúrdia – O Retorno”:

 

Fotos: Rita de Cássia

 

 

 

Foi uma festa linda! Um momento de reencontro, de recordações, de felicidade e de aprendizagem também.  A UFMT foi fundamental na minha formação, não só como jornalista, mas como pessoa, como profissional, como ser humano. Olhar para os professores, depois de tanto tempo, e ter a certeza de que a gente leva um pouquinho de cada um deles, é um sentimento fantástico. Eu vim do Paraná. Tinha algumas coisas para resolver em Cuiabá e procurei casar as agendas. Foi ótimo porque pude rever grandes amigos que se tornaram minha família do coração. É muita gratidão.” (Márcia Raquel, jornalista)

 

Fotos: (1) Julianne Caju, Márcia Raquel e Delvânia; (2) Natacha, Márcia Andreola, Márcia e Maria Góes; (3) Ju, Márcia, Cebola (Diogo Palomares) e Lori.

 

 

A Balbúrdia, o Retorno, foi uma delícia, acho que surpreendeu a todos, reverberou em quem foi e em quem não pode ir. Comunicadores com rotinas por vezes difíceis puderam celebrar, com leveza, a si mesmos, à amizade, aos muitos motivos que têm para se fortalecerem. É bom lembrar a nós mesmos que somos indispensáveis em qualquer momento da vida em uma sociedade. Enfim, a festa foi divertida, contagiante e renovadora. E sinto que vai render frutos duradouros.” (Francisca Medeiros)

 

 

  • Fim de festa. Acabou ou um recomeço?

A festa foi um sucesso! Ninguém do grupão saiu e nem da “comessão organizadora”. Ficou o desejo de “quero mais e mais”. Balbúrdia – O Retorno foi muito mais do que uma festa de reencontros e celebrações, também foi um grito em defesa da Educação pública, da universidade acessível para todos, com melhores condições estruturais e de investimentos em pesquisas e extensões de ensino. Foi uma honra fazer parte da UFMT. Foi uma honra fazer parte da história do curso de Comunicação Social! Depois de 26 anos, relembrar tantas boas histórias ao lado de colegas que pegavam ônibus, enfrentavam filas para comer no Restaurante Universitário (RU) e que passavam horas de estudos na biblioteca central e nos laboratórios. É impossível eu desvencilhar a carreira profissional dos meus tempos na UFMT. Gratidão!

 

 

O que ficou claro para mim é não perder a conexão com o que nos fez chegar até onde nós estamos. A fase da UFMT foi para mim muito mais do que uma aprendizagem científica, eu fiz muitas amizades que levei para a vida. Com o tempo, a correria de todo o dia, a gente acabou se afastando um pouco. O que eu mais aprendi foi a importância desse retorno. A festa teve um valor agregado que foi retomar amizades com pessoas que sempre me foram caras. Eu fiquei muito, muito feliz, muito satisfeita com o resultado da festa, com a energia que eu senti durante todo o evento. Em todas as rodas de conversa em que eu passei, eu via pessoas comemorando o encontro, felizes por resgatarem laços que estavam adormecidos. Eu acho que o nosso papel foi cumprido, o objetivo da comissão organizadora, da proposta da Camila e da Natacha era justamente isso: o reencontro! E foi o reencontro de almas afins. Para mim foi uma experiência única. Eu amei e já estou com saudades! (Magda)

 

 

 

  • Patrocínios e doações: generosidade em alta

A união faz a força, como diz o ditado, e sem esses apoios a festa não teria acontecido: Ícone Press (Paola Carlini) por meio da Plaenge, do Grupo Petrópolis e Pantanal Shopping; Dialog (Camila Bini); Jorge Katumba; Neri Ribas; o vice-prefeito de Cuiabá, Niuan Ribeiro; Mika Alimentos, Sindicato dos Jornalistas (Sindjor-MT), Ostrich (Tania Kramm), Editora Tanta Tinta (Ramon Carlini) e Drograria Ativa (Cristiane Celina). Os membros da comissão organizadora: Alessandra Barbosa, Bárbara Fontes, Camila Bini, Doriane Miloch, Francisca Medeiros, Iviush Beloto, Magda Matos, Jomar Brittes, Natacha Wogel, Paola Carlini e Tchélo Figueiredo também dedicaram tempo, disposição e fizeram doações para custear a decoração, comprar lenhas e outras despesas de última hora.

 

 

* O último encontro!    

Quinta-feira, 11.07, aconteceu a reunião com uma parte da comissão organizadora: prestações de contas e avaliações num jantar organizado pela Iviush. Seria o fim? Não! Apenas um fechamento de ciclo. A festa “Balbúrdia – O Retorno” faz parte de um passado delicioso. Agora é olhar para frente e planejar novos reencontros com a galera. Quem sabe rola em novembro? Vamos aguardar ansiosos! Até breve!

 

 

 

 

 

 

Saiba mais no Blog da Bárbara Fontes:

Somos todos COS, acesse aqui.

Jornalistas Que Correm (JQC), acesse aqui.

 

Playlists elaboradas por Tchélo Figueiredo:

Playlist 1, acesse aqui.

Playlist 2, acesse aqui.

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Publicado por

barbarafontes

Bárbara Fontes é formada em Comunicação Social pela UFMT. Especialista em Educação (Cinema e Educação). É cineasta, jornalista, roteirista, fotógrafa e poetisa. Seu primeiro trabalho em Assessoria de Comunicação foi em 1995. Iniciou no Cinema/Audiovisual/TV em 1994. Passou temporadas em vários países como Uruguai, Argentina, Bolívia, Panamá. Morou em Estocolmo, capital da Suécia, entre os anos de 2000 a 2002. Sua primeira entrevista para a televisão foi aos 12 anos, no programa de variedades, Vitrine, da TV Centro América. Aos 13 anos, escreveu seu primeiro artigo, publicado no jornal impresso, Correio Várzea-grandense. Desde que se conhece por gente, escreveu histórias, composições musicais, roteiros e poemas.

2 comentários em “Balbúrdia – O Retorno

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