Cinema Brasileiro

Confira o que rola nas produções nacionais

 

*Documentário recebe Menção Honrosa na Alemanha*

Dirigido pela cineasta Fernanda Pessoa, Zona Árida recebeu Menção Honrosa do Juri da Mostra Competitiva Next Masters no Festival Dok Leipzig. Considerado um dos maiores festivais de documentários do mundo, o evento ocorre na cidade de Leipzig, na Alemanha. Foi a estreia mundial do documentário que se passa em Mesa, no Arizona, considerada a mais conservadora dos Estados Unidos. Fernanda revisita a cidade fez intercâmbio em 2001, aos 15 anos de idade, e testemunha as mudanças drásticas no país, após o maior ataque terrorista ocorrido naquele ano.

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Sobre a diretora

Cineasta e artista visual, Fernanda Pessoa trabalha principalmente com cinema documental e videoinstalações. Vive e trabalha em São Paulo, e morou no Arizona, em Buenos Aires e em Paris, onde completou seu mestrado em Audiovisual na Sorbonne Nouvelle, sob orientação de Philippe Dubois.

 

Dirigiu três curtas com exibições internacionais e realizou exposições individuais e coletivas. Em 2017, finalizou seu primeiro longa-metragem documental “Histórias que nosso cinema (não) contava” exibido em mais de 25 festivais nacionais e internacionais. “Zona Árida” é seu segundo longa documental e foi premiado em três laboratórios de pós-produção.

 

 

 

Sobre o filme

Zona Árida é uma produção da Grafo e no Brasil será lançado comercialmente pela Olhar Distribuição em 2020.

Ficha Técnica:

Cor, 76 min, 2019

Direção | Fernanda Pessoa

Produção | Antonio Gonçalves Junior e Fernanda Pessoa

Produção Executiva | Raiane Rodrigues

Direção de Fotografia e Câmera | Rodrigo Levy

Assistente de Direção | Mari Nagem

Montagem | Germano de Oliveira, edt. e Mari Moraga

Direção de Narração | Maeve Jinkings

Desenho de Som | Daniel Turini, Fernando Henna e Henrique Chiurciu

Mixagem | Daniel Turini

Trilha Sonora | Pedro Santiago

Sinopse: Como é viver na cidade mais conservadora dos Estados Unidos? Em 2001, a diretora brasileira Fernanda Pessoa tinha 15 anos e foi uma estudante de intercâmbio por um ano em Mesa, Arizona, considerada a cidade mais conservadora dos EUA. 15 anos depois – e dois meses antes da eleição de Donald Trump – ela está de volta para entender sua experiência e as ideias conservadoras, passando por temas como a fronteira mexicana, o estilo de vida cowboy, religiosidade e patriotismo.

  

*Esta matéria do BBF com a Genco Comunicação.

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