Exposições de Arte – Brasil

Confira a rica arte brasileira exposta em várias cidades brasileiras

Até JANEIRO/2019

Rio de Janeiro/RJ

Exposição: “Sérgio Porto e Stanislaw Ponte Preta, 50 anos depois”

Curadoria: Cláudia Mesquita

Período de visitação: até 25/01

Horário: 10h às 18h (segunda a sexta)

End: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro (RJ)

Entrada é franca

Mais informações: “A mostra tem como objetivo homenagear Sérgio Porto e é uma oportunidade de o público conhecer, ou relembrar, aspectos da trajetória ímpar de um dos mais importantes jornalistas,cronistas e escritores cariocas do século XX. Os elementos que estarão em exposição fazem parte do acervo do jornalista no Arquivo Museu de Literatura Brasileira(AMLB) da Casa de Rui Barbosa, importante reduto para a memória nacional.” (Assessoria)

 

 

Exposição: “São Francisco na Arte de Mestre Italianos”

Curadoria: Giovanni Morello e de Stefano Papetti

Período de visitação: até 27/01

Horários: 10h às 17h (terça a sexta)// 13h às 17h (sábado e domingo)

End: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Rio de Janeiro (RJ)

Mais informações: “A mostra inclui obras de Perugino, Guido Reni e Tiziano, entre outros, apresentando as fases mais relevantes da representação de São Francisco. As obras que compõem a exposição são de acervos de 15 museus de 7 cidades italianas, e conta ainda com uma importante obra de Ludovico Cardi (dito Il Cigoli), “St. Francis Contemplating a Skull”, propriedade do colecionador e ator americano Federico Castelluccio. A mostra também inclui uma sala de Realidade Virtual que vai transportar o visitante para a Basílica Superior de Assis (1228), cidade natal do santo na região da Úmbria, no centro da Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D, onde será possível caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas do país e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista.” (Assessoria)

Até FEVEREIRO/2019

Rio de Janeiro/RJ

Exposição: “Quimera”

Curadoria: Isabel Sanson Portella e Ricardo Kuguelmas

Período de visitação: até 04/02

Horários: 10 às 12h e 13h às 17h (terça a sexta)// 13h às 18h (sábado e domingo)

End: Museu da República – Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro, RJ

Mais informações: “A Quimera mitológica, símbolo complexo de criações imaginárias do inconsciente, representa a força devastadora dos desejos frustrados, dos sonhos que não se realizam, da utopia e fantasias incongruentes. Monstros fabulosos alimentam, desde sempre, a imaginação do homem com devaneios necessários à expansão da alma.” (Assessoria)

 

Ouro Preto/MG

Exposição: “A Arte Figurativa de Tunico dos Telhados”

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Período de visitação: até 10/02

Local: Praça Tiradente, 139 – Ouro Preto

Mais informações:  O ouropretano Tunico “Em um momento de deleite, esbarrou com a poesia de Cecília Meireles ao ler a ilustre obra “Romanceiro da Inconfidência”, momento em que ficou embevecido com os textos e a imagem dos telhados impressos na publicação, carinhosamente guardada até hoje.” (Assessoria)

 

 

Rio de Janeiro/RJ

Exposição: “1808-1818: A construção do reino do Brasil”

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Divulgação

Curadoria: Julio Bandeira

Produção: Suzane Queiroz

Período de visitação: até 12/02

Horário: Segunda: 12h às 16h30//Terça a sexta: 10h às 16h30

Local: Espaço Cultural Eliseu Visconti

End: Rua México S/N – Rio de Janeiro (RJ)

Entrada Gratuita

 

Mais informações:  “A exposição reflete sobre a época joanina, um período que começa com a chegada da corte portuguesa em 1808 e logo em seguida,a abertura dos portos brasileiros às nações unidas e termina com a coroação do príncipe regente D. João. Artistas, viajantes e naturalistas foram autorizados a conhecer e a registrar a paisagem tropical. Foram 10 anos que transformaram o Brasil, quando foram fundados o Banco do Brasil, a Imprensa Régia, o Jardim Botânico, a Biblioteca Real, atual Biblioteca Nacional, as academias Real dos Guardas Marinhas e Real Militar, e a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.” (Assessoria)

 

 

São Paulo/SP

Exposição: “Campo para o Exercício da Liberdade”

Período de visitação: até 10/02

Horários: 10h às 18h (terças a sextas), 14h às 21h (sábados e domingos)

Endereço: Funarte – Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo(SP)

Entrada Gratuita

Mais informações:  “A mostra reúne trabalhos de oito artistas que frequentaram durante cerca de um ano o ateliê de artes visuais da instituição, apresentando os resultados desse período de convivência e aprendizado conjunto.Participam da exposição os artistas Auni (Débora Seiva), Carlos Algot, Cláudio Antônio Ferreira dos Reis, Credo (Eduardo Marinho), Felipe Borges, Geovanna Gelan, Hiram Schincariol e Lumumba. O trabalho curatorial tem como ponto de partida a convivência já experimentada por eles num espaço público que, ao recebê-los,torna-se um campo para o efetivo exercício da liberdade de pensamento e de criação.” (Assessoria)

 

Rio de Janeiro/RJ

Exposição: “O Retrato do rei dom João VI”

Curadoria: Paulo Knauss (diretor do MHN)

Período de visitação: até 17/02

Horários: 10h às 17h (terças a sextas)// 13h às 17h (sábados e domingos)

End: Museu Histórico Nacional – Praça Marechal Âncora S/N – Rio de Janeiro (RJ)

Mais informações: “Dom João VI foi, possivelmente, o rei português mais retratado na história da pintura e da gravura, pois precisava promover sua imagem para se fazer presente em Portugal enquanto viveu no Brasil – entre 1808 e 1821. A curadoria se propõe a revelar uma história da pintura no Brasil da época, em diálogo com a produção da Missão Artística Francesa, com destaque para os trabalhos de José Leandro de Carvalho e Simplício Rodrigues de Sá.” (Assessoria)

 

Até MAIO/2019

Rio de Janeiro/RJ

Exposição: “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil”

Período de visitação: até 31/05

Terça a sexta-feira, 10h às 18h

Sábados, Domingos e feriados: 13h às 18h

Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ).

Mais informações:  “A mostra é dividida em 3 módulos e percorre um panorama conciso do exercício da pintura de paisagem no Brasil, por artistas brasileiros, estrangeiros radicados no Brasil, ou ao menos, aqui ativos desde meados do século XIX até os anos iniciais do século XX. A partir das décadas de 1920 e 1930, a pintura brasileira enveredaria por novos rumos, poucos favoráveis ao desenvolvimento da paisagem como gênero.” (Assessoria)

 

 

Até JUNHO/2019

São Paulo/SP

Exposição: “O desenho de Lasar Segall”

Período de visitação: até 17/06

Quarta a segunda-feira, 11h às 19h

Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo(SP)

Mais informações:  “Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra ‘O desenho de Lasar Segall’ traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.” (Assessoria)

*Foto de capa: acervo da exposição: “Campo para o Exercício da Liberdade” (Funarte/SP)

 

 

CURITIBA

Bienal de Curitiba 2018 | 25 Anos

Período: até 10 de março

Local: Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba.

Horário de Funcionamento: Terça à domingo, das 10h às 18h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia-entrada para professores e estudantes com identificação; doadores de sangue; pessoas com deficiência; titulares da ID Jovem; portadores de câncer com documento comprovatório).

Saiba mais aqui.

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Bienal Curitiba/25

O maior evento de arte contemporânea da América Latina completa 25 anos.

Segue até o dia 10 de março, no Museu Oscar Niemeyer (MON), uma edição comemorativa (ocorre em um período entre bienais) da Bienal de Curitiba que traz um recorte dos 25 anos de história. O evento é uma importante referência na arte contemporânea no circuito mundial, e está com uma programação especial com espaços, mostras de exposições e exibições multimídias nacionais e internacionais. A primeira edição ocorreu em 1993.

 

Convidados renomados

A Bienal de Curitiba recebe obras de artistas renomados como o fotógrafo paulista Leonardo Kossoy e o artista Christus Nóbrega.  Em 2015, Christus passou dois meses na China, por meio do Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, na universidade chinesa Central Academy of Fine Arts (CAFA). A cineasta paraguaia Paz Encina também participa da Bienal com a exibição de seu filme Hamaca Paraguaia, que recebeu o aclamado (e desejado) “Prêmio da Crítica” do Festival de Cannes, em 2006. Um dos maiores nomes da arquitetura latino-americana, o paraguaio Solano Benítez, participa da Mostra “Aura Latente – Arte Contemporânea no Paraguai”, com a curadoria de Tício Escobar. Em 2016, Benítez recebeu um Leão de Ouro na 15º Mostra Internacional de Arquitetura: Bienal de Veneza, onde expôs (em parceria com os sócios Gloria Cabral e Solanito Benítez) um arco em tijolos (sua marca) na entrada do pavilhão.

 

Programação

Exposição “Leonardo Kossoy”: são expostas as fotografias dos projetos “Waterscapes” (2007); “Only You” (2014); e as séries inéditas “Inventário do Mundo”, e “Caindo no Inferno da Imagem”.

Exposição “Acordos Tácitos”: apresenta artistas renomados que já passaram por edições anteriores. As obras estão em diferentes espaços do MON. A exposição tem a curadoria de Tício Escobar e Brugnera.

Exposição “Dragão Floresta Abundante – A aventura de Christus Nóbrega na China”: é uma mostra multimídia que traz o olhar do artista brasileiro sobre a cultura chinesa. A curadoria é da historiadora da arte Renata Azambuja. Também, Christus convida o público para produzir pipas na instalação Fábrica de Pipas (até vestem uniformes como se fossem operários de uma fábrica de pipas chinesa).

 

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As pipas chinesas de Christus Nóbrega

“Rayuelarte”: é uma obra da escritora argentina Patrícia Pellegrini, que se inspirou na obra de Marta Minuín. A obra convida o público para que “jogue amarelinha” em espaços públicos. Na Bienal foi lançado do livro “História para crianças”, de Pellegrini.

 

Programação ‘off MON’

A Bienal de Curitiba/25 anos, tem uma programação variada e que ocupa todos os espaços (interno/externo) do MON, e também acontece em outros espaços da capital paranaense: Museu Paranaense; Biblioteca Pública do Paraná; Secretaria de Estado de Cultura; Espaço Cultural do Consulado do Paraguai; Museu Municipal de Arte; Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná (APAP/PR).

Programação em Santa Catarina: a Bienal de Curitiba fez uma parceria com o Museu de Arte de Joinville, com a exposição “No espaço da memória”, da artista Guita Soifer. São obras de gravura, pintura, escultura, livros, instalações e objetos, disponíveis para visitação até 31 de março de 2019, no Museu de Arte de Joinville.

Programação nos países do Mercosul

A edição de 25 anos da Bienal de Curitiba rompeu fronteiras e está com mostras na Argentina e no Paraguai. No país argentino, o MuseoCaraffa em Córdoba, recebeu as com obras de André Nacli; e no Espaço Cultural da Embaixada do Brasil há obras de Guita Soifer e Lucinda Simas Magalhães. Em Assunção, capital do Paraguai, a Fundación Texo, o Museo del Barro e o Museo Nacional de Bellas Artes recebem a exposição de Paz Encina.

 

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Cena do filme Hamaca Paraguaia, de Paz Encina.

 

Acesse a programação completa da Bienal de Curitiba/25 anos, no final desta matéria.

 

Bienal de Curitiba

A cada dois anos, a Bienal de Curitiba traz para o Brasil, espaços e mostras com exposições renomadas e com a presença de vários artistas brasileiros e estrangeiros. Para este ano o tema escolhido pela curadoria é “Fronteiras em Aberto”. A abertura ocorre em setembro.

 

Catálogos em um clique

Os catálogos das edições da Bienal de Curitiba – ao longo de 25 anos de existência estão disponíveis gratuitamente online por meio da plataforma ISSUU. Também é possível acessar os materiais do Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba (FICBIC) e da Curitiba Literária. Esses eventos acontecem na Bienal como programações paralelas.

 

O MON

Eu sei que há museus importantes ao redor do mundo, porém, é inegável que o nosso país possui museus que unem a beleza e história arquitetônica com as riquezas de seus acervos (e também as Mostras, Bienais etc). Eu gosto tanto de museus que fica difícil escolher o preferido – até seria injusto!

Um dos meus preferidos é o MON – Museu Oscar Niemeyer – o qual tive o prazer de ir e passar horas e horas e só fui embora no fechamento. É neste prédio contemporâneo, em forma de olho, projetado pelo icônico arquiteto Oscar Niemeyer, que acontece até o dia 10 de março, a edição especial da Bienal de Curitiba – 25 anos, e também vai abrigar a Bienal de Curitiba 2019, que abre em setembro.

 

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Em 2014, eu estive no MON para ver a exposição “Frida Khalo – as suas fotografias”. Foi uma experiência que mexeu muito comigo. Era possível sentir o quanto Frida se entregava em todos os aspectos de sua vida, e como ela também se entregou à uma dor profunda. Há uma melancolia em suas fotos – mesmo nos momentos alegres.

 

 

Serviço

Bienal de Curitiba 2018 | 25 Anos

Período: até 10 de março

Local: Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba.

Horário de Funcionamento: Terça à domingo, das 10h às 18h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia-entrada para professores e estudantes com identificação; doadores de sangue; pessoas com deficiência; titulares da ID Jovem; portadores de câncer com documento comprovatório).

Realização: Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba, Museu Oscar Niemeyer, Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná, Ministério da Cultura do Governo Federal.

Apoio: URBS.

Patrocínio: Copel, Sanepar, PG Mais, Itaipu Binacional, Furnas, Rumo, Arterial, Sunew, Centro Cultural Banco do Brasil. Construtora da Bienal: Cima Engenharia.

*Esta matéria foi produzida com informações da Assessoria de Comunicação da Bienal de Curitiba/25anos.

 

Saiba mais:

Site da Bienal de Curitiba (edição comemorativa) aqui.

Acesso aos catálogos da Bienal – Plataforma ISSUU aqui.

‘Mãe’

Peça de teatro que discute o etarismo estreia hoje no Cine Teatro Cuiabá.

Desde a criação da MT Escola de Teatro, dezenas de peças foram montadas. Bom para os apreciadores desta arte milenar que vivem distantes do eixo Rio-SP, onde todos os dias tem alguma peça em cartaz. Também é muito importante para a formação de novos públicos. Ano passado eu levei Bibi para ver a peça “Mulheres da Terra”, do grupo Cena Onze, e senti o quanto minha filha adolescente ficou impactada – não só pela história, mas também com o todo: o cenário, o figurino, a iluminação, a sonoplastia entre outros componentes que tornam o Teatro um lugar incrível. Eu recomendo: leve a garotada ao Teatro!

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Divulgação/Assessoria

 

No tablado no belo Cine Teatro Cuiabá, os formandos da 2º Turma do Curso Superior de Teatro (formação Tecnólogo) também vão impactar a todos que forem assistir a peça “Mãe”. A narrativa contempla um tema tão antigo e ao mesmo tempo contemporâneo: a família. E há uma abordagem interessante: o etarismo nos dias atuais. Etarismo é a discriminação baseada na idade (ex: velha lenta demais, não tem utilidade; adolescente imatura, irresponsável, etc).

 

 

 

Segundo a sinopse, a peça ‘Mãe’,

fala de uma família ora convencional. Ora nada convencional. Fernanda, uma assistente que está exausta dos vínculos conflituosos entre gerações, se percebe numa caminhada até a assimilação do tempo. Essas relações intergeracionais podem culminar em algo inesperado, ao som de canções criadas para este cenário.

 

A idealização

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Divulgação/Assessoria

Quando assistimos a uma peça teatral (quem não é da área) ficamos tão concentrados no que se passa no tablado (palco) que esquecemos que ali está o resultado de  um trabalho árduo de uma equipe: Alguém escreveu a história, alguém montou o cenário, alguém criou o figurino, alguém dirigiu os atores. E sabe aquele som que a gente ouve? Tem um sonoplasta fazendo a mágica acontecer – e que ensaiou muito! E também tem a Produção (também conhecido como o “povo que rala muito”) – sem isso não tem Teatro, não tem nada! (idem no Cinema).

Aqui vai uma dica: assista a peça e depois (ou antes) dê uma conferida na ficha técnica – ali está a galera que tornou a montagem da peça possível!

 

Segundo os idealizadores da peça Mãe,

a composição do roteiro, cenografia e figurinos foram cautelosamente projetados para transmitir ao público uma visão geral das dificuldades do viver antes, durante e após os 60 anos. Uma elaboração intrínseca e avassaladora da realidade e o seu cotidiano.

 

Olha a galera aí!

Ficha Técnica:

Direção: Maria Clara Bertúlio e Paulo França

Dramaturgia: Amanda Muller

Atuação: Danielle Souziel, Elisa Carvalho, Júnior Faria, Mariah Ferreira, Maykon Castrovicky e Nadiny Costa

Cenário e figurino: Jane Klitzke e Naiane Gonçalves

Iluminação: Bruno Brun

Sonoplastia: Jone Sayd

Produção: Elis Correia e Juciney Fernandes

 

Serviço

Peça ‘Mãe’
Dias: 05, 06 e 20 de janeiro
Duração: 1h
Horário: 19h30
Ingresso: R$ 20 (inteira) // R$ 10  (meia)
Onde: Cine Teatro Cuiabá (CTC) – sala Anderson Flores
Realização: Formandos da MT Escola de Teatro
Informações: (65) 99926.5860
Saiba mais sobre a MT Escola de Teatro:
*Processo Seletivo aqui.
*Curso de Teatro forma 1º Turma aqui.

MinC sai e Cidadania entra

Com o fim do Ministério da Cultura o que será da Cultura?

No Decreto Nº 9.660, de 1º de janeiro de 2019, Art. 2º, “Fica revogado o Decreto nº 8.872, de 10 de outubro de 2016”. Entre as mudanças está a extinção do Ministério da Cultura (MinC), que perde poder de pasta ministerial e se torna uma Secretaria Especial de Cultura dentro do recém criado Ministério da Cidadania. A nova pasta também agrega mais duas secretarias especiais, a de Desenvolvimento Social (o secretário especial é Lelo Coimbra); e a do Esporte (o secretário especial é o general Marco Aurélio Vieira).

 

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Ministro da Cidadania, Osmar Terra. Crédito: Assessoria de Comunicação

 

*Segundo o ministro de Cidadania, Osmar Terra, em seu discurso de posse realizada no dia 02/01:

 

“A fusão dos ministérios não vai tirar a força que cada ministério tem. Vamos ampliar isso, vamos interagir muito mais. A estrutura atual contemplará os componentes do então Ministério da Cultura, que serão fortalecidos com ações integradas com as áreas social e do esporte.”

Também ressaltou que:

Nós temos mais de 12 milhões de desempregados e a economia da cultura pode ser um fator de mudança. Eu tenho certeza que a cultura tem o potencial de reversão. O que eu pude fazer, do ponto de vista da minha expectativa, vai ser no sentido de que isso se materialize”.

 

De acordo com o Decreto Nº 9.660, as atribuições do Ministério da Cidadania são:

a) Autoridade de Governança do Legado Olímpico – Aglo;

b) Agência Nacional do Cinema – ANCINE;

c) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan;

d) Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM;

e) Fundação Biblioteca Nacional – FBN;

f) Fundação Casa de Rui Barbosa – FCRB;

g) Fundação Cultural Palmares – FCP; e

h) Fundação Nacional de Artes – FUNARTE.

 

Era uma vez, o MinC

A extinção do Ministério da Cultura provocou revolta, tristeza e muitos manifestos da Classe Cultural em todo país – porém, não significa que todos os artistas, produtores e gestores de Cultura concordavam 100 por cento das decisões do ministério. Havia muitos acertos e coisas que podiam evoluir para melhor – em especial no que se tratava de editais e das prestações de conta.

Não era necessário a extinção de um Ministério essencial num país tão culturalmente diverso e rico de tradições. Era questão de reordenação, uma auditoria geral, renovação do quadro de comissionados entre outras ações de curto, médio e longo prazo. Ao que me parece, o novo Governo tem um certo rancor do órgão, ou de um grupo de artistas que considera de esquerda, e colocou todo setor produtivo da Cultura num mesmo saco. A Cultura dá dinheiro, presidente Bolsonaro! Gera emprego e renda, não contamina o meio ambiente, preserva e conserva todo o legado artístico, histórico e cultural do povo brasileiro e de todos os povos que contribuíram para o país ao longo do séculos. O MinC não precisava ser extinto e isto é um fato! Os leitores do Blog podem citar a questão dos escândalos com o dinheiro público via Lei Rouanet, e eu concordo que os culpados devem ir pra cadeia e devolver todo o dinheiro (valores corrigidos), e rejeito qualquer tipo de corrupção, porém, se formos levar à “ferro e fogo”, o Congresso Nacional correria o grande risco de ser extinto – será que existe algum ministério com mais escândalos do que esta ‘casa do povo’? Nenhum Ministro da Cultura foi preso desde a sua criação – mas no Congresso….

O MinC não existe mais. Ponto final. E não adianta chorar pelo ministério finado. Agora é o Ministério da Cidadania com a sua Secretaria Especial de Cultura. Durante a cerimônia de transmissão de cargo ao ministro Osmar Terra (02/01), em Brasília, foi anunciado o secretário especial da Cultura: o jornalista gaúcho Henrique Medeiros Pires. Também foi anunciado o secretário especial adjunto de Cultura, José Paulo Soares Martins. Na ocasião, o ministro Osmar Terra fez um agradecimento ao ex-ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, que colaborou durante a transição de governo.

 

*Secretário Especial de Cultura

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Secretário Especial de Cultura, Henrique Pires. Crédito: Assessoria de Comunicação

Além de jornalista, Henrique Medeiros Pires também é  radialista.  Graduado em Estudos Sociais pelo Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas (UFPel – RS), onde foi diretor do Na UFPel, foi diretor do Departamento de Arte e Cultura e atuou na criação dos cursos superiores de Cinema e Animação e Teatro. Também foi secretário municipal de comunicação de Pelotas e dirigiu fundações de cultura, entre elas o Instituto João Simões Lopes Neto. Ainda presidiu a extinta Fundapel e foi coordenador de feiras de livros, festivais de teatro, dança e artes visuais, e um dos responsáveis pela preservação de sítios históricos no Rio Grande do Sul. É especialista em Formulação de Políticas Públicas pela Universidade de Salamanca (Espanha). Pouco antes de ser indicado ao cargo de secretário especial de Cultura, atuava como chefe de gabinete do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) desde 2016, na gestão de Osmar Terra.

 

*Informações da Assessoria de Comunicação do Ministério da Cidadania

Doraemon está de volta!

Os fãs brasileiros já podem matar a saudade do gatinho mais fofo do mundo.

Desde o dia 01 de janeiro, o anime japonês Doraemon é exibido no programa Verão Animado, às 9h da manhã (horário de Brasília), na emissora de TV Bandeirantes (BAND). A série de anime teve várias versões desde 1979, e a exibida este ano no Brasil é a versão de 2005 (chamado de O Gato do Futuro). Doraemon faz parte da Cultura infantil japonesa, assim como a Turma da Mônica é no Brasil!

 

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O gatinho azul, que veio de outro mundo, é tão importante no Japão, que em 2013 foi escolhido para ser o Anime embaixador para a primeira candidatura para sediar as Olimpíadas de Tokyo 2020.

 

 

História

Doraemon é a primeira série de mangá criada para as crianças japonesas. Sua primeira revista publicada foi em 1969. Dez anos depois, as aventuras do gatinho ganhou uma série de anime para TV (primeiro para as crianças japonesas). Anos depois, a série ganha várias versões e é exibida com sucesso em muitos países.

O gatinho azul  veio do século 22 para ajudar um garoto, através da Dokodemodoa ( porta-para-qualquer-lugar), que o permite ir para qualquer lugar no tempo e no espaço e utiliza-se de variados apetrechos em sua bolsa para tirá-los das mais inusitadas situações.

 

 

Os criadores de Doraemon

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Reprodução

Criado e escrito pela dupla de artistas japoneses de mangá, Hiroshi Fujimoto (falecido em 1996) e Motoo Abiko (em março, ele fará 85 anos). Em 1954, eles decidem assinar os seus trabalhos em conjunto com o nome Fujiko Fujio. A parceria nascida em 1951 foi desfeita em 1987. Depois da separação, Hiroshi adota o pseudômio de Fujiko F. Fujio; e Motoo adota o nome de Fujiko Fujio A.

 

 

*Anime no Brasil

Doraemon chega ao Brasil em outubro de 1992, na extinta TV Manchete (no programa infantil Clube da Criança, apresentado por Angélica).

Em 2014 a Sato Company, empresa responsável pela distribuição de Naruto e Clube Winx, retomou o projeto de adaptá-lo e trouxe o anime de 2005. Com isso o canal iniciou o desenvolvimento de sua exibição e dublagem ao longo do ano, sua dublagem foi feita no estúdio Zatras com elenco de Layra Campos (Nobita), Carol Valença (Doraemon) e Caio Guarnieri (Gian). A estreia ocorreu em 10 de dezembro de 2014 no Netflix. Apesar de ser uma dublagem da versão japonesa os nomes dos protagonistas foram trocados pela versão adaptada nos Estados Unidos, Nobita passou a ser chamado de Noby, Shizuka de Sue, Gian de Big G e Suneo de Sneech.

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Aqui em casa também assistirmos!

 

*Curiosidades:

1) Em 2017 – Doraemon e outros personagens de mangá serão utilizados para educação das crianças sobre ética – eles serão integrados ao currículo do ensino fundamental a partir de 2018 para ensinar às crianças “como se comportar com os outros” e refletir sobre suas escolhas.

2) Em 2016 – Doraemon foi um dos convidados para a apresentação japonesa durante a Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016, quando cria uma tubulação para que o então premiê japonês Shinzo Abe, trajado como Super Mario Bros, pudesse chegar ao Rio de Janeiro a tempo;

4) Em 2008 – o personagem Doraemon foi eleito pelo Ministério das Relações Exteriores o primeiro personagem-embaixador do animê, e sua função será a de visitar outros países, com a função de divulgar a cultura japonesa. Seu propósito será o de ensinar as pessoas de outros países, as diferenças culturais do Japão e sua História.

5) Em 2002, o personagem de anime foi aclamado como um herói asiático em uma reportagem especial conduzido pela revista Time Ásia.

*Informações recebidas pela Sato Company

Daquilo que eu sei

Quem sou eu?

 

Algumas décadas de vida

Duas e meia de profissão

Uma década e meia de maternidade

E uma alma milenar…

….

Eu já vi quase tudo

Ouvi muitas asneiras

E coisas sábias

Já senti coisa boa

E coisas não tão boas….

Já amei

Desamei

Quase desisti de amar

E Amei de novo

Quebrei a cara

Jurei que não amava mais

E amei de novo…

….

Na verdade,

Eu sou aprendiz da vida

Sobrevivente de tormentas e furacões

Testemunha da bonança que vem depois da tempestade

Sou colecionadora de pôr-do-sol

E de arco-íris

No fundo de meu “eu”

Sempre há uma luzinha acesa

Mesmo quando há cegueira

E tudo é tão escuro e frio

O jeito é respirar fundo

Enfrentar o luto

E ir à luta

Chorar é bom

Mas, bom mesmo

É ser feliz!

(Bárbara Fontes, Projeto de Poetisa/Dezembro de 2018)

 

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Querido leitor (a) do Blog da Bárbara Fontes,

 

Sabe quando mudamos para melhor?

Quando decidimos mudar!

O medo de nada der certo (de novo) faz parte dos temores de quem quer mudar para melhor. Enfrente esse medo feroz que povoa a mente! Se chegamos até o século XXI é porque os nossos ancestrais enfrentaram feras, fome, frio, solidão, perseguição, decepção e a morte. Então, nós conseguiremos também!

 

Decidir mudar para melhor significa abdicar do que nos fez mal.

As pessoas mudam?

Acredito que sim, mas nós não precisamos pagar pra ver (de novo). Então, cabeça erguida e olhe para frente – mesmo que a tentação de olhar para trás seja grande. Assumir que a tentação existe é uma passo importante para enfrentá-la. Se o que deu errado no passado pode dar certo no futuro, só o PRESENTE dirá, mas não vamos pagar pra ver.

 

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Vamos trabalhar em todos os sentidos da vida para pagar pra ver e ter uma vida melhor e feliz. Vamos pagar as dívidas dos boletos que aparecem todos os meses; vamos pagar para se divertir com os amigos; pagar aquela viagem tão sonhada; pagar aquele vinho delicioso e….quem sabe ao lado de uma companhia que não precisou pagar pra ver.

 

É muito, muito fácil alguém estar conosco nos momentos de fartura; difícil é continuar nos momentos de dificuldades. Difícil é receber o colo que necessitamos num momento crucial. Então, o primeiro passo para mudarmos para melhor é escolher quem estará em nossas vidas. Não precisamos de repetir erros. Não precisamos de mendigar amor e atenção. Não precisamos pagar pra ver o que não dá mais certo!

 

Esta é a última semana de 2018. Que ano difícil!!! Que ano mais triste, mais intolerante, mais tempestuoso.

2018 pode ser o ano em que as “máscaras caíram” e que saímos machucados e aterrorizados pelas verdades da vida.

2018 foi o grande ano também! Cheio de ensinamentos, cheio de “puxões de orelhas”. Foi o ano das verdadeiras amizades também – daquelas que nascem quando você menos imagina!!!

 

Gratidão 2018!!! Pelas lições que me ensinastes!

 

 

 

As aventuras de Nana & Nilo

Irmãos gêmeos contam histórias das Culturas Afro-brasileira e Indígena por meio de muitas aventuras.

Nana e Nilo vivenciam muitas situações na companhia de um pássaro e de uma árvore milenar. Essa foi a forma criativa do autor Renato Noguera, professor do Departamento de Educação e Sociedade, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (DES/UFRRJ), encontrou para contar as histórias, as culturas afro-brasileira e indígenas e o protagonismo negro na fase infantil. O projeto é realizado em parceria com o ilustrador Sandro Lopes, professor do Departamento de Artes (Dartes/UFRRJ), e com a designer Cris Pereira.

“Nana & Nilo vem numa hora bem propícia para a difusão em massa de duas culturas fundamentais para o surgimento da sociedade contemporânea brasileira. Somos um país mestiço – queira ou não os preconceituosos e racistas!

Ensino em sala de aula

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Divulgação

Você sabia que é dever das escolas ensinar as culturas afro-brasileira, africana? A Lei 10.639/03 (alterada pela Lei 11.645/08), torna obrigatório o ensino em todas as escolas públicas e privadas – do ensino fundamental até o ensino médio.

A Lei 11.465, sancionada em 10 de março de 2008, também obriga a inclusão no currículo oficial da rede de ensino, a História e Cultura Indígena (o que não havia na Lei anterior).

O ensino da história da África e dos africanos, a luta e cultura dos negros e indígenas – e as suas contribuições para a formação do povo brasileiro devem ser trabalhadas em todo currículo escolar, principalmente nas disciplinas de Educação Artística, Literatura e História.

“Nana & Nilo” vem de encontro com as demandas que a Lei 11.465 exige. Além da literatura infantil, as aventuras dos personagens também são encontradas em vários produtos: livros para colorir, quadrinhos, desenhos animados, CDs e DVDs de músicas. Muito além de ser algo para crianças, as histórias vivenciadas pela dupla serelepe também encantam jovens e adultos.

Saiba mais:

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Canal “Nana & Nilo”

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