Exposições de Arte – Brasil

Confira a rica arte brasileira exposta em várias cidades brasileiras

Até JANEIRO/2019

Rio de Janeiro/RJ

Exposição: “Sérgio Porto e Stanislaw Ponte Preta, 50 anos depois”

Curadoria: Cláudia Mesquita

Período de visitação: até 25/01

Horário: 10h às 18h (segunda a sexta)

End: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro (RJ)

Entrada é franca

Mais informações: “A mostra tem como objetivo homenagear Sérgio Porto e é uma oportunidade de o público conhecer, ou relembrar, aspectos da trajetória ímpar de um dos mais importantes jornalistas,cronistas e escritores cariocas do século XX. Os elementos que estarão em exposição fazem parte do acervo do jornalista no Arquivo Museu de Literatura Brasileira(AMLB) da Casa de Rui Barbosa, importante reduto para a memória nacional.” (Assessoria)

 

 

Exposição: “São Francisco na Arte de Mestre Italianos”

Curadoria: Giovanni Morello e de Stefano Papetti

Período de visitação: até 27/01

Horários: 10h às 17h (terça a sexta)// 13h às 17h (sábado e domingo)

End: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Rio de Janeiro (RJ)

Mais informações: “A mostra inclui obras de Perugino, Guido Reni e Tiziano, entre outros, apresentando as fases mais relevantes da representação de São Francisco. As obras que compõem a exposição são de acervos de 15 museus de 7 cidades italianas, e conta ainda com uma importante obra de Ludovico Cardi (dito Il Cigoli), “St. Francis Contemplating a Skull”, propriedade do colecionador e ator americano Federico Castelluccio. A mostra também inclui uma sala de Realidade Virtual que vai transportar o visitante para a Basílica Superior de Assis (1228), cidade natal do santo na região da Úmbria, no centro da Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D, onde será possível caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas do país e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista.” (Assessoria)

Até FEVEREIRO/2019

Rio de Janeiro/RJ

Exposição: “Quimera”

Curadoria: Isabel Sanson Portella e Ricardo Kuguelmas

Período de visitação: até 04/02

Horários: 10 às 12h e 13h às 17h (terça a sexta)// 13h às 18h (sábado e domingo)

End: Museu da República – Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro, RJ

Mais informações: “A Quimera mitológica, símbolo complexo de criações imaginárias do inconsciente, representa a força devastadora dos desejos frustrados, dos sonhos que não se realizam, da utopia e fantasias incongruentes. Monstros fabulosos alimentam, desde sempre, a imaginação do homem com devaneios necessários à expansão da alma.” (Assessoria)

 

Ouro Preto/MG

Exposição: “A Arte Figurativa de Tunico dos Telhados”

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Período de visitação: até 10/02

Local: Praça Tiradente, 139 – Ouro Preto

Mais informações:  O ouropretano Tunico “Em um momento de deleite, esbarrou com a poesia de Cecília Meireles ao ler a ilustre obra “Romanceiro da Inconfidência”, momento em que ficou embevecido com os textos e a imagem dos telhados impressos na publicação, carinhosamente guardada até hoje.” (Assessoria)

 

 

Rio de Janeiro/RJ

Exposição: “1808-1818: A construção do reino do Brasil”

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Divulgação

Curadoria: Julio Bandeira

Produção: Suzane Queiroz

Período de visitação: até 12/02

Horário: Segunda: 12h às 16h30//Terça a sexta: 10h às 16h30

Local: Espaço Cultural Eliseu Visconti

End: Rua México S/N – Rio de Janeiro (RJ)

Entrada Gratuita

 

Mais informações:  “A exposição reflete sobre a época joanina, um período que começa com a chegada da corte portuguesa em 1808 e logo em seguida,a abertura dos portos brasileiros às nações unidas e termina com a coroação do príncipe regente D. João. Artistas, viajantes e naturalistas foram autorizados a conhecer e a registrar a paisagem tropical. Foram 10 anos que transformaram o Brasil, quando foram fundados o Banco do Brasil, a Imprensa Régia, o Jardim Botânico, a Biblioteca Real, atual Biblioteca Nacional, as academias Real dos Guardas Marinhas e Real Militar, e a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.” (Assessoria)

 

 

São Paulo/SP

Exposição: “Campo para o Exercício da Liberdade”

Período de visitação: até 10/02

Horários: 10h às 18h (terças a sextas), 14h às 21h (sábados e domingos)

Endereço: Funarte – Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo(SP)

Entrada Gratuita

Mais informações:  “A mostra reúne trabalhos de oito artistas que frequentaram durante cerca de um ano o ateliê de artes visuais da instituição, apresentando os resultados desse período de convivência e aprendizado conjunto.Participam da exposição os artistas Auni (Débora Seiva), Carlos Algot, Cláudio Antônio Ferreira dos Reis, Credo (Eduardo Marinho), Felipe Borges, Geovanna Gelan, Hiram Schincariol e Lumumba. O trabalho curatorial tem como ponto de partida a convivência já experimentada por eles num espaço público que, ao recebê-los,torna-se um campo para o efetivo exercício da liberdade de pensamento e de criação.” (Assessoria)

 

Rio de Janeiro/RJ

Exposição: “O Retrato do rei dom João VI”

Curadoria: Paulo Knauss (diretor do MHN)

Período de visitação: até 17/02

Horários: 10h às 17h (terças a sextas)// 13h às 17h (sábados e domingos)

End: Museu Histórico Nacional – Praça Marechal Âncora S/N – Rio de Janeiro (RJ)

Mais informações: “Dom João VI foi, possivelmente, o rei português mais retratado na história da pintura e da gravura, pois precisava promover sua imagem para se fazer presente em Portugal enquanto viveu no Brasil – entre 1808 e 1821. A curadoria se propõe a revelar uma história da pintura no Brasil da época, em diálogo com a produção da Missão Artística Francesa, com destaque para os trabalhos de José Leandro de Carvalho e Simplício Rodrigues de Sá.” (Assessoria)

 

Até MAIO/2019

Rio de Janeiro/RJ

Exposição: “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil”

Período de visitação: até 31/05

Terça a sexta-feira, 10h às 18h

Sábados, Domingos e feriados: 13h às 18h

Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ).

Mais informações:  “A mostra é dividida em 3 módulos e percorre um panorama conciso do exercício da pintura de paisagem no Brasil, por artistas brasileiros, estrangeiros radicados no Brasil, ou ao menos, aqui ativos desde meados do século XIX até os anos iniciais do século XX. A partir das décadas de 1920 e 1930, a pintura brasileira enveredaria por novos rumos, poucos favoráveis ao desenvolvimento da paisagem como gênero.” (Assessoria)

 

 

Até JUNHO/2019

São Paulo/SP

Exposição: “O desenho de Lasar Segall”

Período de visitação: até 17/06

Quarta a segunda-feira, 11h às 19h

Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo(SP)

Mais informações:  “Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra ‘O desenho de Lasar Segall’ traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.” (Assessoria)

*Foto de capa: acervo da exposição: “Campo para o Exercício da Liberdade” (Funarte/SP)

 

 

CURITIBA

Bienal de Curitiba 2018 | 25 Anos

Período: até 10 de março

Local: Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba.

Horário de Funcionamento: Terça à domingo, das 10h às 18h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia-entrada para professores e estudantes com identificação; doadores de sangue; pessoas com deficiência; titulares da ID Jovem; portadores de câncer com documento comprovatório).

Saiba mais aqui.

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Bienal Curitiba/25

O maior evento de arte contemporânea da América Latina completa 25 anos.

Segue até o dia 10 de março, no Museu Oscar Niemeyer (MON), uma edição comemorativa (ocorre em um período entre bienais) da Bienal de Curitiba que traz um recorte dos 25 anos de história. O evento é uma importante referência na arte contemporânea no circuito mundial, e está com uma programação especial com espaços, mostras de exposições e exibições multimídias nacionais e internacionais. A primeira edição ocorreu em 1993.

 

Convidados renomados

A Bienal de Curitiba recebe obras de artistas renomados como o fotógrafo paulista Leonardo Kossoy e o artista Christus Nóbrega.  Em 2015, Christus passou dois meses na China, por meio do Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, na universidade chinesa Central Academy of Fine Arts (CAFA). A cineasta paraguaia Paz Encina também participa da Bienal com a exibição de seu filme Hamaca Paraguaia, que recebeu o aclamado (e desejado) “Prêmio da Crítica” do Festival de Cannes, em 2006. Um dos maiores nomes da arquitetura latino-americana, o paraguaio Solano Benítez, participa da Mostra “Aura Latente – Arte Contemporânea no Paraguai”, com a curadoria de Tício Escobar. Em 2016, Benítez recebeu um Leão de Ouro na 15º Mostra Internacional de Arquitetura: Bienal de Veneza, onde expôs (em parceria com os sócios Gloria Cabral e Solanito Benítez) um arco em tijolos (sua marca) na entrada do pavilhão.

 

Programação

Exposição “Leonardo Kossoy”: são expostas as fotografias dos projetos “Waterscapes” (2007); “Only You” (2014); e as séries inéditas “Inventário do Mundo”, e “Caindo no Inferno da Imagem”.

Exposição “Acordos Tácitos”: apresenta artistas renomados que já passaram por edições anteriores. As obras estão em diferentes espaços do MON. A exposição tem a curadoria de Tício Escobar e Brugnera.

Exposição “Dragão Floresta Abundante – A aventura de Christus Nóbrega na China”: é uma mostra multimídia que traz o olhar do artista brasileiro sobre a cultura chinesa. A curadoria é da historiadora da arte Renata Azambuja. Também, Christus convida o público para produzir pipas na instalação Fábrica de Pipas (até vestem uniformes como se fossem operários de uma fábrica de pipas chinesa).

 

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As pipas chinesas de Christus Nóbrega

“Rayuelarte”: é uma obra da escritora argentina Patrícia Pellegrini, que se inspirou na obra de Marta Minuín. A obra convida o público para que “jogue amarelinha” em espaços públicos. Na Bienal foi lançado do livro “História para crianças”, de Pellegrini.

 

Programação ‘off MON’

A Bienal de Curitiba/25 anos, tem uma programação variada e que ocupa todos os espaços (interno/externo) do MON, e também acontece em outros espaços da capital paranaense: Museu Paranaense; Biblioteca Pública do Paraná; Secretaria de Estado de Cultura; Espaço Cultural do Consulado do Paraguai; Museu Municipal de Arte; Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná (APAP/PR).

Programação em Santa Catarina: a Bienal de Curitiba fez uma parceria com o Museu de Arte de Joinville, com a exposição “No espaço da memória”, da artista Guita Soifer. São obras de gravura, pintura, escultura, livros, instalações e objetos, disponíveis para visitação até 31 de março de 2019, no Museu de Arte de Joinville.

Programação nos países do Mercosul

A edição de 25 anos da Bienal de Curitiba rompeu fronteiras e está com mostras na Argentina e no Paraguai. No país argentino, o MuseoCaraffa em Córdoba, recebeu as com obras de André Nacli; e no Espaço Cultural da Embaixada do Brasil há obras de Guita Soifer e Lucinda Simas Magalhães. Em Assunção, capital do Paraguai, a Fundación Texo, o Museo del Barro e o Museo Nacional de Bellas Artes recebem a exposição de Paz Encina.

 

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Cena do filme Hamaca Paraguaia, de Paz Encina.

 

Acesse a programação completa da Bienal de Curitiba/25 anos, no final desta matéria.

 

Bienal de Curitiba

A cada dois anos, a Bienal de Curitiba traz para o Brasil, espaços e mostras com exposições renomadas e com a presença de vários artistas brasileiros e estrangeiros. Para este ano o tema escolhido pela curadoria é “Fronteiras em Aberto”. A abertura ocorre em setembro.

 

Catálogos em um clique

Os catálogos das edições da Bienal de Curitiba – ao longo de 25 anos de existência estão disponíveis gratuitamente online por meio da plataforma ISSUU. Também é possível acessar os materiais do Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba (FICBIC) e da Curitiba Literária. Esses eventos acontecem na Bienal como programações paralelas.

 

O MON

Eu sei que há museus importantes ao redor do mundo, porém, é inegável que o nosso país possui museus que unem a beleza e história arquitetônica com as riquezas de seus acervos (e também as Mostras, Bienais etc). Eu gosto tanto de museus que fica difícil escolher o preferido – até seria injusto!

Um dos meus preferidos é o MON – Museu Oscar Niemeyer – o qual tive o prazer de ir e passar horas e horas e só fui embora no fechamento. É neste prédio contemporâneo, em forma de olho, projetado pelo icônico arquiteto Oscar Niemeyer, que acontece até o dia 10 de março, a edição especial da Bienal de Curitiba – 25 anos, e também vai abrigar a Bienal de Curitiba 2019, que abre em setembro.

 

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Em 2014, eu estive no MON para ver a exposição “Frida Khalo – as suas fotografias”. Foi uma experiência que mexeu muito comigo. Era possível sentir o quanto Frida se entregava em todos os aspectos de sua vida, e como ela também se entregou à uma dor profunda. Há uma melancolia em suas fotos – mesmo nos momentos alegres.

 

 

Serviço

Bienal de Curitiba 2018 | 25 Anos

Período: até 10 de março

Local: Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba.

Horário de Funcionamento: Terça à domingo, das 10h às 18h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia-entrada para professores e estudantes com identificação; doadores de sangue; pessoas com deficiência; titulares da ID Jovem; portadores de câncer com documento comprovatório).

Realização: Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba, Museu Oscar Niemeyer, Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná, Ministério da Cultura do Governo Federal.

Apoio: URBS.

Patrocínio: Copel, Sanepar, PG Mais, Itaipu Binacional, Furnas, Rumo, Arterial, Sunew, Centro Cultural Banco do Brasil. Construtora da Bienal: Cima Engenharia.

*Esta matéria foi produzida com informações da Assessoria de Comunicação da Bienal de Curitiba/25anos.

 

Saiba mais:

Site da Bienal de Curitiba (edição comemorativa) aqui.

Acesso aos catálogos da Bienal – Plataforma ISSUU aqui.

MinC sai e Cidadania entra

Com o fim do Ministério da Cultura o que será da Cultura?

No Decreto Nº 9.660, de 1º de janeiro de 2019, Art. 2º, “Fica revogado o Decreto nº 8.872, de 10 de outubro de 2016”. Entre as mudanças está a extinção do Ministério da Cultura (MinC), que perde poder de pasta ministerial e se torna uma Secretaria Especial de Cultura dentro do recém criado Ministério da Cidadania. A nova pasta também agrega mais duas secretarias especiais, a de Desenvolvimento Social (o secretário especial é Lelo Coimbra); e a do Esporte (o secretário especial é o general Marco Aurélio Vieira).

 

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Ministro da Cidadania, Osmar Terra. Crédito: Assessoria de Comunicação

 

*Segundo o ministro de Cidadania, Osmar Terra, em seu discurso de posse realizada no dia 02/01:

 

“A fusão dos ministérios não vai tirar a força que cada ministério tem. Vamos ampliar isso, vamos interagir muito mais. A estrutura atual contemplará os componentes do então Ministério da Cultura, que serão fortalecidos com ações integradas com as áreas social e do esporte.”

Também ressaltou que:

Nós temos mais de 12 milhões de desempregados e a economia da cultura pode ser um fator de mudança. Eu tenho certeza que a cultura tem o potencial de reversão. O que eu pude fazer, do ponto de vista da minha expectativa, vai ser no sentido de que isso se materialize”.

 

De acordo com o Decreto Nº 9.660, as atribuições do Ministério da Cidadania são:

a) Autoridade de Governança do Legado Olímpico – Aglo;

b) Agência Nacional do Cinema – ANCINE;

c) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan;

d) Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM;

e) Fundação Biblioteca Nacional – FBN;

f) Fundação Casa de Rui Barbosa – FCRB;

g) Fundação Cultural Palmares – FCP; e

h) Fundação Nacional de Artes – FUNARTE.

 

Era uma vez, o MinC

A extinção do Ministério da Cultura provocou revolta, tristeza e muitos manifestos da Classe Cultural em todo país – porém, não significa que todos os artistas, produtores e gestores de Cultura concordavam 100 por cento das decisões do ministério. Havia muitos acertos e coisas que podiam evoluir para melhor – em especial no que se tratava de editais e das prestações de conta.

Não era necessário a extinção de um Ministério essencial num país tão culturalmente diverso e rico de tradições. Era questão de reordenação, uma auditoria geral, renovação do quadro de comissionados entre outras ações de curto, médio e longo prazo. Ao que me parece, o novo Governo tem um certo rancor do órgão, ou de um grupo de artistas que considera de esquerda, e colocou todo setor produtivo da Cultura num mesmo saco. A Cultura dá dinheiro, presidente Bolsonaro! Gera emprego e renda, não contamina o meio ambiente, preserva e conserva todo o legado artístico, histórico e cultural do povo brasileiro e de todos os povos que contribuíram para o país ao longo do séculos. O MinC não precisava ser extinto e isto é um fato! Os leitores do Blog podem citar a questão dos escândalos com o dinheiro público via Lei Rouanet, e eu concordo que os culpados devem ir pra cadeia e devolver todo o dinheiro (valores corrigidos), e rejeito qualquer tipo de corrupção, porém, se formos levar à “ferro e fogo”, o Congresso Nacional correria o grande risco de ser extinto – será que existe algum ministério com mais escândalos do que esta ‘casa do povo’? Nenhum Ministro da Cultura foi preso desde a sua criação – mas no Congresso….

O MinC não existe mais. Ponto final. E não adianta chorar pelo ministério finado. Agora é o Ministério da Cidadania com a sua Secretaria Especial de Cultura. Durante a cerimônia de transmissão de cargo ao ministro Osmar Terra (02/01), em Brasília, foi anunciado o secretário especial da Cultura: o jornalista gaúcho Henrique Medeiros Pires. Também foi anunciado o secretário especial adjunto de Cultura, José Paulo Soares Martins. Na ocasião, o ministro Osmar Terra fez um agradecimento ao ex-ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, que colaborou durante a transição de governo.

 

*Secretário Especial de Cultura

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Secretário Especial de Cultura, Henrique Pires. Crédito: Assessoria de Comunicação

Além de jornalista, Henrique Medeiros Pires também é  radialista.  Graduado em Estudos Sociais pelo Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas (UFPel – RS), onde foi diretor do Na UFPel, foi diretor do Departamento de Arte e Cultura e atuou na criação dos cursos superiores de Cinema e Animação e Teatro. Também foi secretário municipal de comunicação de Pelotas e dirigiu fundações de cultura, entre elas o Instituto João Simões Lopes Neto. Ainda presidiu a extinta Fundapel e foi coordenador de feiras de livros, festivais de teatro, dança e artes visuais, e um dos responsáveis pela preservação de sítios históricos no Rio Grande do Sul. É especialista em Formulação de Políticas Públicas pela Universidade de Salamanca (Espanha). Pouco antes de ser indicado ao cargo de secretário especial de Cultura, atuava como chefe de gabinete do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) desde 2016, na gestão de Osmar Terra.

 

*Informações da Assessoria de Comunicação do Ministério da Cidadania

Centenário do IHGMT

A instituição que guarda a memória de Mato Grosso completa 100 anos hoje.

O Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso tem em seu acervo de valor incalculável, documentos que registram os passos da região do Centro-Oeste mais bem documentada do país.

Quando os bandeirantes adentraram na selva já possuíam informações sobre os bravos e fortes guerreiros indígenas que reinavam essas paragens que hoje abriga o celeiro do Brasil – eles eram mercadoria de grande valor na época.

E o ouro? As monções paulistanas não vieram atrás de ouro – Mato Grosso jamais seria descoberto se os bandeirantes não tivessem a certeza de que a região fosse ‘rica’ em…índios!

Depois da fundação do primeiro povoado de São Gonçalo – aí sim por causa do ouro -, os bandeirantes lutavam contra os índios (a dizimação continuou) para a ocupação de novos territórios auríferos. Assim sugiram os povoados do Coxipó do Ouro, do Sutil, a ocupação do que é hoje o Centro Histórico de Cuiabá, entre outros locais importantes para a lenta urbanização da cidade.

Em 17 de agosto de 1818, Cuiabá recebeu o status de cidade. Em 28 de agosto de 1835, Cuiabá “passa a perna” em Vila Bela da Santíssima Trindade (que foi arquitetada em Lisboa para ser o centro do poder), e se torna a capital do estado de Mato Grosso.

Muitas “águas rolaram” e uma Guerra terrível marcou a vida dos moradores de Mato Grosso: A Guerra da Tríplice Aliança ou a Guerra do Paraguai. Tudo sobre essa carnificina surgida da loucura do presidente paraguaio Solano Lópes está documentada (inclusive há fotografias!!). Atualmente, essa parte da história do Brasil passa por uma revisão por um grupo de historiadores.

Os registros históricos acima são uma pequena parcela da magnitude do acervo do IHGMT, criado em 01 de janeiro de 1920, porém, as atividades de seus primeiros membros começaram em 8 de abril, quando Cuiabá completou 200 anos. A instituição é presidida pela historiadora e professora, Elizabeth Madureira Siqueira.

O IHGMT tem importante papel também nas pesquisas relacionadas à História, Geografia, Literatura e Cultura Popular. Por meio de sua revista, tudo o que era descoberto – seja um documento antigo encontrado ou o resultado de uma viagem científica ao interior do estado – era publicado na íntegra. É maravilhoso ler essas publicações até hoje!

 

Cuiabá 300 anos

Segundo informações obtidas no site do IHGMT:

Para comemorar condignamente o centenário da Instituição, o IHGMT projetou diversas ações, como a confecção de um Álbum Histórico, de uma Cápsula do Tempo, na qual será depositada uma amostragem da instituição nos seus primeiros 100 anos, a outorga de um Troféu para agraciar os colaboradores, organização da um Curso de História e Geografia de Mato Grosso, a ser desenvolvido no primeiro semestre de 2019, e a instituição de um Colar Centenário.”

Site novo

Qualquer pessoa pode ter acesso às revistas e tomar conhecimento das atividades do IHGMT. Não precisa se deslocar até à sua sede, na Casa Barão de Melgaço, no Centro Histórico de Cuiabá, basta acessar o site e se preparar para uma viagem incrível!

 

Saiba mais:

Acesse o site IHGMT aqui.

É hoje!

Cuiabá inicia as festividades de seus 300 anos, com o maior Réveillon da sua história.

A fama de festeiro do povo cuiabano é notória e histórica. Não vai ser diferente na virada do ano, o segundo consecutivo na Orla do Porto. O evento vai reunir os de “tchapa” (nascidos em Cuiabá), os “pau-rodados” (que vieram morar na cidade) e os turistas para a chegada de 2019, e o início das comemorações dos 300 anos da cidade que nasceu da descoberta do ouro. É bacana que o Réveillon esteja acontecendo na região do Porto, que por séculos foi a principal porta de entrada do “novo” na cidade. É respeitoso “festar” ao lado do velho e amado rio Cuiabá. Importante ressaltar que é um evento muito bem organizado, seguro, com shows de qualidade, gratuitos e sem o uso de dinheiro público! A prefeitura tem uma parceria sólida e de sucesso com a iniciativa privada. Bonito de se ver! O último dia do ano está nublado, com uma chuvinha fina e clima agradável. Não importa se a chuva vai aumentar ou parar, a noite de hoje promete ser inesquecível na Orla do Porto!

Eu moro bem perto da Orla, mas não moro em Cuiabá. Nesta virada de ano, eu vou com a família e amigos para a ponte Júlio Müller, com um pé em Várzea Grande e outro na capital do estado de Mato Grosso. Vai ser divertido! Esperei 365 dias para fazer isso (hahaha)! Depois, vou curtir do show do Sambô, um dos meus favoritos.

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crédito: Bárbara Fontes

Por morar perto, eu pude ver (e ouvir!) muitas coisas que aconteceram nesses dias de festa. Daqui de onde moro, ouvi os shows e a galera animada. No sábado à tarde, eu e Bibi “batemos pernas” em Cuiabá, atravessamos a ponte, o Porto até chegar à Prefeitura de Cuiabá, e durante todo o percurso, eu vi muito patrulhamento da PM (podia ser o ano inteiro assim!). Ao passar pela Catedral Metropolitana, decidimos entrar e acompanhar o terço que era rezado, e agradecer pelo ano de 2018 – que para mim foi triste pelas perdas de amigos queridos. Foi um ano difícil em outros aspectos, porém, fundamental para a minha evolução como ser humano. Também foi o ano em que eu realizei um sonho antigo: ter um Blog. E essa conquista eu divido com você, que lê esta matéria agora.

Quando pensei em escrever o texto, o objetivo era informar sobre a programação da virada de ano, porém, não se tornou uma ‘matéria jornalística’. Acho que não cabe aqui utilizar as regras e técnicas da Redação Jornalística porque virou um texto pessoal e amoroso (ou meloso, como queira). Também todos os sites e veículos de comunicação falam sobre o dia de hoje. Então, eu decidi “falar” do meu jeito.

Programação

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Crédito: Davi Valle/Pref. Cuiabá

Desde o sábado, 29/12, mais de quatro mil pessoas têm ido, diariamente, se divertir na Orla do Porto que está com uma programação digna das grandes capitais do país. Na primeira noite aconteceram apresentações e shows regionais e o encerramento ficou com a banda Paralamas do Sucesso. Horas antes da abertura dos portões, eu ouvi daqui de casa a passagem de som, e fiquei muito emocionada quando tocou a música “América do Sul” (eternizada na voz de Ney Matogrosso) interpretada pela Banda Terra, gente nossa. A minha emoção se deve à lembrança de um tempo longínquo, quando estudava no Colégio Objetivo, e organizamos um Festival de Música que teve na etapa Final, o Show da Banda Terra, na abertura, e no encerramento os Paralamas do Sucesso (como foi na Orla, quase 30 anos depois!). Quem ganhou este festival foi o Pineto, um grande músico até hoje. No Domingo, 30, também teve apresentações regionais e o show de Michel Teló.

Hoje, na virada do ano, acontece os shows da dupla sertaneja Gino e Geno e do grupo Sambô. Antes dos shows nacionais tem muitas apresentações regionais (nós temos uma Cultura que merece ser valorizada pelos gestores públicos; apreciada e respeitada por todos). Depois da contagem regressiva, acontece a queima de fogos, com 50% a menos de barulho (por meio do decreto Nº 7.015). Também acontece um espetáculo cênico que conta a história da “cuiabania” (dos primórdios aos dias atuais). É uma boa forma de dar  boas vindas a mais um ano de esperanças e expectativas, e também de acolher oficialmente as festividades dos 300 anos da cidade! Na minha visão, Cuiabá é festeira porque sempre teve um povo com a disponibilidade “de ser feliz” e festar sempre que possível! A partir do dia 01/01/2019, o Blog vai contar muitas histórias que vão permitir entender o porquê da população cuiabana ser alegre, calorosa e hospitaleira. Aguarde!

 

Mensagem do Prefeito para o Blog

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Emanuel Pinheiro – prefeito de Cuiabá/MT.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, gentilmente gravou uma mensagem para todos os leitores do Blog da Bárbara Fontes que vivem na Grande Cuiabá, após a inauguração das obras de duplicação da BR 163 (trecho Cuiabá/Jaciara). Isso foi possível graças à Assessora de Imprensa da Prefeitura, Luciana Souza, que atendeu em pronto o pedido do Blog!

 

Olá população da Grande Cuiabá, meus irmãos cuiabanos! Estou passando aqui para convidá-los para participar na Orla do Porto, do melhor Réveillon do estado de Mato Grosso. O Réveillon da nossa capital! O Réveillon que vai marcar a passagem do ano e a chegada dos 300 anos de Cuiabá. O Réveillon de Cuiabá é um dos mais bonitos do país porque a população cuiabana é alegre, feliz, solidária, gosta de se divertir e de trabalhar. Por isso ela deve ser homenageada sempre, e sem custar um centavo aos cofres públicos do município. Em parceria com a iniciativa privada, vamos oferecer à população cuiabana, gratuitamente, shows maravilhosos para celebrar o final de 2018, agradecer a Deus pela passagem do ano, e a chegada de um novo ano. Ano do tricentenário de Cuiabá. Convido a todos vocês para se divertir em paz e harmonia. Leve a família e os amigos para passar juntos na Orla do Porto. Feliz Ano Novo a todos os Cuiabá.”

 

O Blog da Bárbara Fontes deseja uma passagem de ano muito feliz e na paz, seja em casa ou em qualquer outro lugar. E por favor: SE BEBER, NÃO DIRIJA! Famílias de todo o país agradecem!

 

SERVIÇO

Virada do Ano na Orla do Porto de Cuiabá

Dia: 31/12

Programação:

Apresentação de Nico e Lau e Comadre Nhara

DJ Japão, Anselmo e Rafael e como convidada Liandra Polinski

Shown nacional: Gino e Geno

Show pirotécnico e espetáculo cênico, contando a história de Cuiabá)

Shown nacional do grupo Sambô

Shows regionais

Local: Orla do Porto de Cuiabá (há dois acessos de entrada: pela Avenida Beira Rio e, pela Rua 8 de Abril)

Abertura dos portões: 20h

Encerramento: 3h

Entrada Gratuita

 

As aventuras de Nana & Nilo

Irmãos gêmeos contam histórias das Culturas Afro-brasileira e Indígena por meio de muitas aventuras.

Nana e Nilo vivenciam muitas situações na companhia de um pássaro e de uma árvore milenar. Essa foi a forma criativa do autor Renato Noguera, professor do Departamento de Educação e Sociedade, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (DES/UFRRJ), encontrou para contar as histórias, as culturas afro-brasileira e indígenas e o protagonismo negro na fase infantil. O projeto é realizado em parceria com o ilustrador Sandro Lopes, professor do Departamento de Artes (Dartes/UFRRJ), e com a designer Cris Pereira.

“Nana & Nilo vem numa hora bem propícia para a difusão em massa de duas culturas fundamentais para o surgimento da sociedade contemporânea brasileira. Somos um país mestiço – queira ou não os preconceituosos e racistas!

Ensino em sala de aula

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Divulgação

Você sabia que é dever das escolas ensinar as culturas afro-brasileira, africana? A Lei 10.639/03 (alterada pela Lei 11.645/08), torna obrigatório o ensino em todas as escolas públicas e privadas – do ensino fundamental até o ensino médio.

A Lei 11.465, sancionada em 10 de março de 2008, também obriga a inclusão no currículo oficial da rede de ensino, a História e Cultura Indígena (o que não havia na Lei anterior).

O ensino da história da África e dos africanos, a luta e cultura dos negros e indígenas – e as suas contribuições para a formação do povo brasileiro devem ser trabalhadas em todo currículo escolar, principalmente nas disciplinas de Educação Artística, Literatura e História.

“Nana & Nilo” vem de encontro com as demandas que a Lei 11.465 exige. Além da literatura infantil, as aventuras dos personagens também são encontradas em vários produtos: livros para colorir, quadrinhos, desenhos animados, CDs e DVDs de músicas. Muito além de ser algo para crianças, as histórias vivenciadas pela dupla serelepe também encantam jovens e adultos.

Saiba mais:

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Canal “Nana & Nilo”

Site (até o fechamento desta matéria, o site estava em manutenção)

Jingle Bell Rock

Conheça a história da música natalina mais famosa do mundo!

 

“Jingle bell, jingle bell, jingle bell rock

Jingle bells swing and jingle bells ring

Snowing and blowing up bushels of fun

Now the jingle hop has begun”

 

Não precisa saber inglês para sentir que Jingle Bell Rock é uma linda canção que nos faz sentir o espírito natalino – em qualquer época do ano.

A música é tão a cara do Natal que é compreensível que esteja nas trilhas sonoras de muitos filmes – principalmente aqueles que têm como cenário Nova York.

A música foi composta pela dupla Joe Carleton Beal (falecido em 1967) e James Rosse Boothe (conhecido como Jim Boothe, falecido em 1976), na primeira metade da década de 1950.

 

Um canção bem ‘cantada’

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Reprodução

 

Com mais de 40 versões produzidas, sendo a primeira e mais famosa é a do cantor Bobby Helms, gravada em 1957 – bateu recordes de vendas e de pedidos nos  programas de rádios líderes de audiência mundo afora.

 

 

 

 

Até o roqueiro Billy Idol cantou a canção em 2006. A mais atual é a da cantora Lindsey Stirling, de 2017. No Brasil, a canção ganhou uma versão em português na voz da cantora Celly Campello.

 

Minhas versões preferidas!

Eu gosto tanto desta canção, que já devo ter ouvido quase todas as versões existentes! As  minhas preferidas são a de Bobby Helms, e da Brenda Lee (lançada em 1964, e relançada em 1966). Delícia é ouvir também as versões da Laura Pausini e a do elenco da série Glee!

 

Confira abaixo algumas versões da música:

1966 – Wayne Newton

1983 – Hall & Oates

1992 – Randy Travis

2002 – Hilary Duff

2004 – Aly & Aj

2005 – Girls Aloud

2010 – Jake Zyrus

2012 – Blake Shelton

2013 – Laura Marano

 

Uma canção feita para o Cinema

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Cena de “Jingle Bell Rock” – Meninas Malvadas. Reprodução

 

 

 

 

 

 

Jingle Bell Rock ganhou novos fãs em 2004, ao ganhar uma homenagem na cena icônica do filme Meninas Malvadas (Mean Girls), quando a terrível Regina George ao lado de suas “comandadas”, vestidas de mamãe Noel se apresentam num evento natalino da escola. A versão escolhida foi a de Brenda Lee. Até hoje, essa cena é lembrada por fãs do filme em todo mundo!

 

E por falar em Cinema, a música também fez parte da trilha sonora dos filmes Esqueceram de Mim, Meu Presente de Natal 2, Máquina Mortífera (com Mel Gibson). Muitas séries de TV também fazem referência nos episódios natalinos, como aconteceu em Glee.