Viva André D’Lucca!

Ator tem melhora no quadro clínico após orações realizadas no domingo.

A oração move montanhas! E será sempre a melhor forma de se conectar com Deus. Não importa a crença religiosa, tudo é válido quando as pessoas se unem para desejar o Bem. Assim foi no domingo, 10 de março, em frente ao Pronto Socorro de Cuiabá, o encontro que reuniu familiares, amigos e fãs do ator mato-grossense, André D’Lucca, 42 anos, que se encontrava em estado grave na UTI do PS, consequência de uma depressão profunda e desnutrição. Quem não pode estar presente, também tirou um tempinho para orar ou enviar boas vibrações ao criador da icônica personagem Almerinda.

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Almerinda é a voz da população cuiabana

 

André foi avisado pela família do ato de amor fraterno que acontecia bem próximo dele. O ator que até então não reagia, sorriu e chorou. A partir daquele momento, renasceu. André voltou a conversar e a lutar pela vida. Os seus rins que seguiam para uma falência, voltam a funcionar. O fígado que também estava conprometido dá sinais de melhora.

 

Apesar da melhora no quadro clínico (está estável) André deve permancer na UTI, sem data para a sua transferência para um quarto.

 

 

Vaquinha Online

Antes de conseguir a transferência para o Pronto Socorro da capital de Mato Grosso, o ator André D’Lucca, que não possui plano de saúde, estava internado em um hospital particular.

 

A família se encarregou  de pagar as desespesas hospitalares, porém,  os amigos, sensíveis aos altos custos da internação e de medicação no hospital particular, e também preocupados com André, profissional autônomo, que irá precisar de um bom tempo para se recuperar e poder voltar aos palcos, criaram uma vaquinha online para arrecadar dinheiro para pagar todas as despesas. Qualquer valor é bem vindo. No final desta matéria tem o link para fazer a doação.

 

Meu amigo, meu irmão

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André no jardim de casa. Foto: acervo pessoal

Eu conheci André D’Lucca no início da década de 1990, quando participamos de uma oficina do grupo teatral Ânima, que era realizada no anfiteatro da antiga Escola Técnica Federal (hoje IFMT). Tanto eu quanto ele tivemos uma breve passagem por lá, porém, o suficiente para eu ter certeza absoluta de que ele seria um grande ator.

 

O anos se passaram e sempre nos reencontramos em momentos importantes por quais passávamos, seja na vida pessoal ou profissional. Lembro de quando ele me falou que iria morar em Portugal. Quando se mudou para o Rio de Janeiro e da sua alegria com o nascimento da única filha. Ele viu a minha filha Bianca crescer. Nós dois somos testemunhas dos altos e baixos das nossas carreiras e as alegrias e dissabores em nossas vidas pessoais.

 

André é uma pessoa generosa, e se colocou à disposição para fazer um espetáculo em prol de Jejé de Oyá, que também precisava de ajuda para custear o tratamento de saúde – infelizmente não deu tempo.

 

Era comum eu encontrar André nas ruas de Cuiabá e era tanta conversa gostosa que até nos esquecíamos das horas. Teve uma vez em que fui ver uma peça dele em São Paulo e foi uma festa o nosso reencontro, e até batemos pernas no Centrão da maior cidade da América Latina. Nossas conversas sempre eram profundas, sinceras e sempre a palavra ORAÇÃO aparecia. André é um homem sensível, verdadeiro e que acredita no poder da oração.

 

É um amigo e irmão que faz parte da minha vida. A nossa vida corrida do dia-a-dia nos afasta das pessoas que gostamos, porém, elas não saem dos nossos pensamentos. André é uma dessas pessoas em minha vida e sempre estará em minhas orações. Desejo que em breve tenhamos mais um  reencontro alegre, cheio de amor fraterno e com muitas novidades. Volte logo André! Sua família, amigos, fãs e suas plantinhas estão com saudades.

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Saiba mais:

Vaquinha virtual em prol do ator André D’Lucca. Acesse aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Experiência para toda a vida

Artistas do Grupo Penumbra representam Mato Grosso em residência artística no Sul do país.

Depois do sucesso de levar o Teatro de Sombras para o palco do Cine Teatro Cuiabá, no início deste ano, os artistas Juliana Graziela e Jair Júnior, do grupo Penumbra, partiram para uma experiência que levarão para o resto de suas vidas: a oportunidade de participar de uma residência artística na região serrana do Rio Grande do Sul.  Juliana e Jair contaram para o Blog da Bárbara Fontes como foi vivenciar a experiência que permitiu o intercâmbio teatral com referências do Teatro de Sombras do Brasil e da América Latina.

 

BBF – A última apresentação do Grupo Penumbra em Cuiabá foi também para arrecadar fundos para a residência artística no RS. 

Juliana Graziela – Sim, a última apresentação do Grupo Penumbra-MT no Cine Teatro Cuiabá em janeiro foi para tentar arrecadar fundos para a residência artística no RS, o nome da Residência é Territórios Desconhecidos, Vivência no Teatro de Sombras que acontece no Espaço de Residências Artísticas Vale Arvoredo, na cidade de Morro Reuter, região serrana do Rio Grande do Sul. A residência é ministrada por Alexandre Fávero e Fabiana Bigarella da Cia Lumbra-RS, um coletivo que é referência internacional nessa linguagem, no qual recebemos uma carta convite do Alexandre Fávero (RS), diretor da Cia.

 

BBF – Deu tudo certo? Conseguiram arrecadar? Quantas pessoas viajaram?

Juliana Graziela –  Conseguimos arrecadar uma quantia, porém não foi suficiente, pois só o valor do curso era R$ 2.200,00 para cada participante ou R$ 2.000,00 para cada se tivesse inscrições em duplas, que incluía material, hospedagem e alimentação, ainda tínhamos que comprar passagens para ir. Assim dois integrantes do grupo Jair Junior e Juliana Graziela, para não perder essa oportunidade, fizemos nossas contas pessoais e decidimos nos bancar, acreditando que seria um investimento pessoal em nossos estudos e posteriormente compartilharmos com o grupo todo.

 

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Grupo Penumbra no Cine Teatro Cuiabá

 

Contudo, nessa única apresentação tivemos um total de 80 pessoas. Foi um momento maravilhoso, tivemos um público super aberto, curioso, receptivo e afetuoso, conversaram com a gente e foram atrás do pano ver um pouco dos bastidores, tudo isso nos deu ainda mais força e coragem para fazermos esse investimento para aprimorarmos nossos conhecimentos e poder difundir ainda mais a linguagem da sombra para o público. Isso sem falar das parcerias que tivemos, do Cine Teatro Cuiabá e Cena Onze, nas pessoas de Flávio Ferreira, Flávia Taques, Natalia Oliveira e toda a equipe que nos incentivaram e apoiaram essa iniciativa. E toda a equipe do Sesc Arsenal, em especial a Cláudia Borges, analista de Teatro, lá onde tudo começou, no Projeto de Teatro de Formas Animadas 2018.

BBF – Por que era tão importante participar da residência?

Juliana Graziela – A importância de participar dessa Residência em Teatro de Sombra era de podermos aprofundar nossos conhecimentos, estar em contato com outros grupos e pessoas que estudam e trabalham com a linguagem da sombra. E o Grupo Penumbra poder entender mais as potencialidades do Teatro de Sombra, aprender e aprofundar nosso trabalho, contribuir na difusão da linguagem para o público e fazer redes de contato com outros grupos e artistas que também pesquisam e trabalham nessa área. Além de levar o nome de nossa cidade Cuiabá e também do estado de Mato Grosso, mostrando que também estamos inseridos nessa linguagem. Esse foi o 1° módulo e já ficamos com muita vontade de fazer o 2° módulo, que para fazer ele tem que ter feito o 1° módulo.

 

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Vale do Arvoredo onde aconteceu a residência artística/Acervo Pessoal

 

BBF – Cite três momentos especiais no evento?

Juliana Graziela – Todos os momentos foram especiais porque lá estávamos realmente imersos para estudar, aprender, pesquisar e desenvolver teatro de sombra. Para começar estávamos em meio à natureza e tínhamos práticas em uma sala de ensaio propicia. Mas se for para falar de três momentos especiais seria, o penúltimo dia que fizemos uma demonstração aberta dos projetos individuais de cada um dos participantes, que na verdade também colaboramos em cena uns com os outros, seja para manipular figura, luz e etc, esse dia tínhamos convidados para nos assistir, o pessoal que cuidava do espaço Vale do Arvoredo e alguns artistas de Gramado e de Porto Alegre que também trabalhavam com teatro de animação, teatro de sombra, foi muito especial esse momento de apresentação, encontro, trabalho, afeto e celebração, também nos superamos pois tinha acabado a luz no dia anterior e não tinha voltado.

 

Outro momento também foi ver os materiais que eles tinham, figuras, fotos, livros e iluminação, de bastante aprendizado, curiosidade e fascinação. E o terceiro seria quando a noite ficamos sentados observando a Lua, conversas, gargalhadas, dança, um bom convívio de grupo. Também vale citar a experiência culinária, comíamos mais coisas naturais, algumas até mesmo das hortas de lá, mas o que eu iria dizer era que me sentia no Master Chef provando pratos e sobremesas diferentes todos os dias, feitos pelas queridas pessoas que cuidam do espaço, que nos tratavam super bem. Tinham participantes de vários lugares Espanha, Uruguai, Argentina, Chile, Brasília, Porto Alegre e Cuiabá. Foi intercâmbio também de linguajar, precisávamos transitar entre português, espanhol e portunhol.

 

Jair Junior – 1 – A recepção no vale, o acolhimento e atenção dos anfitriões.

2 – A Colaboração e união de todos os Sombristas na criação das cenas que foi apresentada.

3 – A fogueira, onde podemos deixar queimar as coisas ruins e nos encher de coisas boas que o vale nos proporcionou, conhecimento amizades e uma paz de espírito.

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A galera que participou da residência ‘Territórios Desconhecidos, Vivência no Teatro de Sombras’, no Morro Reuter, na serra gaúcha/Acervo Pessoal

 

BBF – O que vocês trouxeram na bagagem e que vão utilizar em suas carreiras?

Juliana Graziela – Trouxemos na bagagem muitos aprendizados, compartilhamentos, trocas e afetos de todos. Trouxe também alguns materiais de estudo e fotos que peguei lá para o Grupo Penumbra e as figuras que construí do meu projeto de encenação de sombra com inspiração na lenda do Minhocão do Pari, daqui de Cuiabá-MT. Recebemos um certificado no final de conclusão da residência. Ganhei um mimo, uma lanterna de um dos participantes, do Chileno Pedro, que trabalha com teatro de animação, teatro de sombra, também é iluminador, virou um amigo, a lanterna tem uma chavinha de liga e desliga fora da lanterna, eu como gosto muito de luz, gostei muito da lembrança.

Jair Junior – Trouxemos na bagagem somente coisas boas, amigos parceiros como sombristas, um olhar mais profundo para sombra, não perder a sombra de vista é fundamental, entender o tempo da sombra na cena, foco de diversas fontes de luz e saber sair da cena, cada corte e mudança de cenário estes e outros foram aprendizados essenciais.

 

 

BBF – Depois dessa residência o que mudou no ‘olhar’ e no ‘atuar’ no teatro de sombras?

Juliana Graziela – Através da residência estou com um olhar mais aguçado e de possibilidades para a dramaturgia na sombra, os materiais para as figuras, composição e movimentação de superfícies de projeção e cenicamente explorar esse universo fantástico do teatro de sombra na atuação e na direção, com uma maior bagagem de visão e estudos.

 

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Juliana Graziela atuando como sombrista na residência artística/Acervo Pessoal

 

Jair Junior – A principal mudança no olhar foi ter paciência em cena e deixar a sombra se apresentar. Foi essencial entender o tempo da sombra na cena, saber que cada sombra tem seu tempo de chegar apresentar e sair da cena pude entender melhor a diferença de ângulos e Focos de luz, estar no vale foi fundamental para entender o mundo das sombras e dos sombristas, além de que foi um crescimento espiritual e uma gota extra de energia para o resto do ano.

 

BBF – Como foi a vivência no Vale do Arvoredo?

Jair Júnior – No dia 19/01/2019, eu, juntamente com a amiga e Diretora do grupo Penumbra Juliana Graziela, embarcamos em uma viagem literalmente ao desconhecido, não sabíamos o que iríamos encontrar no vale do arvoredo só tínhamos a certeza de que queríamos ir e se aprofundar no mundo das sombras, no fim do ano de 2018 quando o convite para participar da vivência foi feita a nosso grupo pelo Alexandre, nós já tínhamos a convicção que iríamos, mas a gente queria além, nós como parte integrante do grupo penumbra gostaríamos que todo o elenco também participassem desta experiência mas infelizmente desta vez não foi possível , e então seguimos os dois com destino a Porto Alegre, fizemos uma rápida escala na cidade de São Paulo e logo depois embarcamos rumo a capital do Rio Grande do Sul, chegamos em POA já se passava da meia noite , chamamos um Uber e fomos para um hotel, no caminho ao cruzar por ruas escuras e desertas bate um certo receio eu que já conhecia Porto alegre não me recordava daqueles lugares “estranhos” mas enfim chegamos seguros ao hotel , pedimos algo para comer (ainda conseguimos apesar do adiantar da hora) e demoramos a pegar no sono acho que por conta da adrenalina estar alta e a ansiedade para logo amanhecer e finalmente irmos para o tão esperado vale , na manhã seguinte acordamos cedo tomamos café e ainda deu tempo para uma caminhada pelo centro histórico da grande Porto Alegre, chegou a hora de encontrar com o grupo que iria participar da vivência conosco e então partimos para o local marcado para encontro o portão de desembarque do aeroporto, mas acabamos errando o portão e aguardando o pessoal em outro terminal mas enfim tudo deu certo e logo chegou uma van vermelha para nos buscar, ao adentrar na van já conhecemos nossos novos amigos da vivência, dois chilenos simpáticos uma gaúcha arretada um casal formado por uma Brasileira mineira e um espanhol muito animado e por último uma tranquila Argentina, embarque feito partimos rumos ao Vale.

 

A recepção no Vale do Arvoredo foi magnífica ao descer da van revejo Alexandre e ouço ao fundo um badalar de um sino era o vale nos dando Boas vindas alias que lugar lindo e não tem como esquecer da calorosa recepção, o dia chega ao fim com nosso primeiro contato com a sombra na sala de estudos iniciava ali nossa tão esperada vivência no mundo das sombras. Amanhecer no vale , que paz que tranquilidade ouvir os cantos dos pássaros misturado com o gritos dos bugio e o latido ecoante da grandiosa (em todos os sentidos) Ecoba. Os dias se passaram e fomos nós aprofundando no aprendizado e cada vez mais mergulhado no mundo das sombras. Eu que no primeiro dia quase não dormi pois pra mim era difícil ter largado muita coisa para estar lá no vale, a cabeça por mais que eu tentava não deixava de pensar nos afazeres que deixei para trás, mas com o passar dos dias fui me desligando e literalmente mergulhei naquele mundo naquela paz que o vale é transmitia os pensamentos já não era mais sobre os problemas e trabalhos que tinha largado mas sim sobre a paz interna que estava sentindo foram dias intensos de aprendizagem já não éramos mais um grupo de estranhos que estavam buscando conhecimento ao passar dos dias nos tornamos amigos que buscam os mesmos sonhos o sonho de fazer arte de fazer teatro utilizando a sombra.

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Chega o penúltimo dia da nossa estada e para nossa surpresa o vale literalmente fica no escuro, a energia elétrica tão fundamental para alimentar nossas fontes de luz por conta de rompimento de cabos nos deixa no escuro, e sem comunicação estávamos desligados do restante do mundo, por um momento me preocupo pois não receberia notícias dos meus compromissos, mas como a vibração positiva do vale já tinha tomado conta de mim esta preocupação foi passageira. Os últimos dias foram intensos por conta de uma montagem de cena que tínhamos que fazer todos os colegas empenhados uns ajudando o outro para que tudo desse certo, apresentamos , foi lindo foi gratificante ouvir a voz de um garotinho que estava na plateia nos assistindo com comentários fascinantes e inocentes de uma criança e assim chegava ao fim nossa vivência mais ainda faltava o ato final , a fogueira , que espetacular foi ver aquelas labaredas queimando nossas preocupações e nos restaurando com boas vibrações.

 

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O Vale do Arvoredo me proporcionou isto, me fez pensar mais em mim, não foi apenas uma experiência no mundo das sombras mais também foi um alto conhecimento de saber que é preciso desacelerar tirar o pé do acelerador e relaxar , ouvir a voz do coração , deixar de lado um pouco a razão e prestar mais atenção em mim, os sentimentos no vale do arvoredo se afloraram tive a certeza de alguns e deixei de lado outros hoje posso dizer que sou uma pessoa diferente daquela que embarcou rumo ao desconhecido voltei revigorado com combustível para enfrentar as lutas diárias , hoje quando meus dias nãos estão legais eu paro respiro e penso na paz que eu recebi daquele lugar das pessoas de alma boa e generosa que eu conheci trouxe comigo muito mais que conhecimento no mundo das sombras. Trouxe comigo a paz de espírito que estava procurando, me encontrei no vale do arvoredo não só como artista sombrista, mas como pessoa. Agradeço profundamente todos que lá estiveram, sou grato pela minha companheira dos palcos Juliana Graziela por ter me convidado a fazer parte do mundo das sombras, grato ao Alexandre pela generosidade e ensinamentos, grato a Fábi pela atenção e carinho, a todos do Vale pelo carinho e pelas delícias que nos serviam, trouxe comigo todas as receitas..rs. Sou grato ao meus amigos sombristas. Gratidão! espero levar vocês comigo por muito tempo e juntos fazendo o que amamos. Obrigado Vale do Arvoredo foi fantástico essa viagem!!

 

BBF – Quais são as novidades do Grupo Penumbra para 2019?

Juliana Graziela – As novidades do Grupo Penumbra, primeiro temos uma nova integrante a artista e iluminadora Priscila Freitas, que desde do ano passado tinha conversado com a gente que queria entrar para o grupo. Com nosso retorno da residência, vamos aprofundar os estudos da peça A Vila de Pantolux e pensando em uma próxima peça pesquisaremos algumas lendas, que foi um trabalho que nós dois, Juliana Graziela e Jair Junior, começamos a desenvolver na residência, na qual tinha que montar um projeto individual e o meu projeto foi a lenda do Minhocão do Pari e a do Jair foi da Mula sem Cabeça, estudaremos mais algumas e construiremos um espetáculo inspirado nelas. Queremos fazer muitas ações esse ano, oficinas e apresentações. E já temos marcada apresentações no Cine Teatro Cuiabá em abril e em maio estamos indo apresentar e ministrar oficina lá no Sesc Rondonópolis. Fomos convidados a escrever também para a revista chilena, Filamento Revista de Teatro de Sombras, que ganhamos um exemplar, na qual nas próximas edições vamos contar sobre o nosso Grupo Penumbra-MT e também da vivência que tivemos na residência no RS. Também através desses nossos amigos chilenos fomos convidados a participar de um festival independente no Chile, assim temos que trabalhar, apresentar e ministrar oficina muito mais para conseguirmos ir.

 

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Juliana Graziela no Valo do Arvoredo/Acervo Pessoal

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Saiba mais:

Grupo Penumbra estreia no Cine Teatro Cuiabá aqui.

“A Família dos Ratinhos”

Neste fim de semana, a Cia de Teatro Cena Onze encena  espetáculo para todas as idades no Cine Teatro Cuiabá, às 19h30.

Vovó Rata, Vovô Rato, Bili, Tico, Lisa, Professora e o Gato Doido deixarão o público mais sabido e cuidadoso com as questões que envolvem a conservação do meio ambiente e do patrimônio público por meio de mensagens lúdicas e muita diversão na peça teatral “A Família dos Ratinhos”.

 

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“Essa família é muito unida e também muito ouriçada.” Cuidado com o gato!!

 

Segundo o Cena Onze,

A Família dos Ratinhos traz ao palco atores preparados e caracterizados com figurinos de ratinhos, e uma linguagem lúdica para qualquer faixa etária, onde aprendem e ensinam como cuidar do ambiente e o cuidar do patrimônio público. A história gera em torno da vida cotidiana de uma família muito alegre e divertida”.

 

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Divulgação

 

Cia de Teatro Cena Onze

Uma das mais antigas e bem-sucedidas companhias teatrais do Brasil, o Cena Onze foi fundado há 25 anos, pelo diretor teatral e dramaturgo, Flávio Ferreira. Possui um currículo com centenas de trabalhos realizados, entre eles, os aclamados “Louco Nosso de Cada Dia”, “Fica Pedro” e “Mulheres da Terra”. As montagens possuem textos fortes que contemplam mensagens que combatem a violência contra a mulher, as drogas e qualquer tipo de preconceito. O grupo também promove cursos anuais de teatro e por meio de sua Associação faz a gestão compartilhada do Cine Teatro Cuiabá.

 

Serviço

O que: Espetáculo “A Família dos Ratinhos”

Onde: Cine Teatro Cuiabá

Quando: 23 e 24 de fevereiro – às 19h30

Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

Informações: 65 99227-6215 / 98133-4559

‘Mãe’

Cia de Teatro Porão volta com o espetáculo que discute o etarismo, no Cine Teatro Cuiabá entre os dias 22, 23 e 24 de fevereiro.

 

Atualizado em 18/02/19:

Desde a criação da MT Escola de Teatro, dezenas de peças foram montadas. Bom para os apreciadores desta arte milenar que vivem distantes do eixo Rio-SP, onde todos os dias tem alguma peça em cartaz. Também é muito importante para a formação de novos públicos. Ano passado eu levei Bibi para ver a peça “Mulheres da Terra”, do grupo Cena Onze, e senti o quanto minha filha adolescente ficou impactada – não só pela história, mas também com o todo: o cenário, o figurino, a iluminação, a sonoplastia entre outros componentes que tornam o Teatro um lugar incrível. Eu recomendo: leve a garotada ao Teatro!

 

 

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Espetáculo ‘Mãe’, do grupo Cia Teatro Porão/ Divulgação

 

No tablado do belo Cine Teatro Cuiabá, os formandos da 2º Turma do Curso Superior de Teatro (formação Tecnólogo) também vão impactar a todos que forem assistir a peça ‘Mãe’, do grupo Cia de Teatro Porão. A narrativa contempla um tema tão antigo e ao mesmo tempo contemporâneo: a família. E há uma abordagem interessante: o etarismo nos dias atuais. Etarismo é a discriminação baseada na idade (ex: velha lenta demais, não tem utilidade; adolescente imatura, irresponsável, etc).

 

 

Segundo a sinopse, a peça ‘Mãe’,

fala de uma família ora convencional. Ora nada convencional. Fernanda, uma assistente que está exausta dos vínculos conflituosos entre gerações, se percebe numa caminhada até a assimilação do tempo. Essas relações intergeracionais podem culminar em algo inesperado, ao som de canções criadas para este cenário.

 

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Divulgação/Assessoria

A idealização

Quando assistimos a uma peça teatral (quem não é da área) ficamos tão concentrados no que se passa no tablado (palco) que esquecemos que ali está o resultado de  um trabalho árduo de uma equipe: Alguém escreveu a história, alguém montou o cenário, alguém criou o figurino, alguém dirigiu os atores. E sabe aquele som que a gente ouve? Tem um sonoplasta fazendo a mágica acontecer – e que ensaiou muito! E também tem a Produção (também conhecido como o “povo que rala muito”) – sem isso não tem Teatro, não tem nada! (idem no Cinema).

Aqui vai uma dica: assista a peça e depois (ou antes) dê uma conferida na ficha técnica – ali está a galera que tornou a montagem da peça possível!

 

Segundo os idealizadores da peça Mãe,

a composição do roteiro, cenografia e figurinos foram cautelosamente projetados para transmitir ao público uma visão geral das dificuldades do viver antes, durante e após os 60 anos. Uma elaboração intrínseca e avassaladora da realidade e o seu cotidiano.

 

Fotos: Elenco reunido e muitos ensaios para as apresentações do espetáculo “Mãe”. O Blog agradece as fotos dos bastidores!

 

 

Estreia de sucesso

O Cia de Teatro Porão contou com exclusividade para o Blog da Bárbara Fontes sobre a interação do público na estreia:

Sentimos uma identificação do público para com a mensagem que estávamos e estamos passando de que comportamentos são violentos, palavras são violentas e tudo isso acumulado pode gerar algo inesperado. Obviamente, que nem todos lêem o espetáculo como eu, ela, você. Mas a grande maioria se emocionou e agradeceu pelo trabalho que estamos mostrando. Mas é contrário, quem agradece somos nós, sem público não existe troca”.

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Divulgação
A respeito do aprendizado que o elenco obteve durante a montagem da peça Mãe e como isso se reverteu para cada um dos integrantes:

Nossa evolução dia pós dia enquanto gente aprendendo sobre gente, tentando ser gente feito bolha de sabão, vivendo por um certo e determinado período de tempo, tentando não estourar. Tentando não secar. Pensando em ser flor e beija-flor. Pensando em ser ave, pra nem sempre ser gente. Para voar e escoar da gente, que não pensa como gente, mas só de ser feito gente dá orgulho pra gente. Para ser ave precisa de esperteza, e ave que é gente, talvez, seja melhor ser só gente. Gente não entende ave-gente que voa numa brisa boa. Não é “atoa”. Só quer ficar na boa com outros tipos de gente, tão gente quanto a gente.

“Mãe” é contemplada em edital

Para celebrar os 300 anos da capital de Mato Grosso, o grupo Cia de Teatro Porão estará com apresentações do espetáculo ‘Mãe’ durante todo o ano de 2019. As montagens acontecerão por meio do Fundo Municipal de Apoio à Cultura, da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, da prefeitura de Cuiabá.

Conheça a galera do espetáculo “Mãe”!

Ficha Técnica:

Direção: Maria Clara Bertúlio e Paulo França

Dramaturgia: Amanda Muller

Atuação: Danielle Souziel, Elisa Carvalho, Júnior Faria, Mariah Ferreira, Maykon Castrovicky e Nadiny Costa

Cenário e figurino: Jane Klitzke e Naiane Gonçalves

Iluminação: Bruno Brun

Sonoplastia: Jone Sayd

Produção: Elis Correia e Juciney Fernandes

 

Serviço

Espetáculo ‘Mãe’
Dias: 22, 23 e 24 de fevereiro
Duração: 1h
Horário: 21h
Ingresso: R$ 20 (inteira) // R$ 10  (meia)
Onde: Cine Teatro Cuiabá (CTC) – sala Anderson Flores
Realização: Formandos da MT Escola de Teatro
Informações: (65) 99926.5860
Saiba mais sobre a MT Escola de Teatro:
*Curso de Teatro forma 1º Turma aqui.

O pirata & Deus

Para a nossa alegria, o Theatro Fúria está de volta ao palco do Cine Teatro Cuiabá nos dias 8 e 9 de fevereiro.

Mais uma chance, Grande Cuiabá para ver e se deliciar com as aventuras dos terríveis piratas siameses! O momento é mais do que propício, no mês de fevereiro completa um ano da estreia da peça teatral “O Pirata & Deus”, e a comemoração será ao lado do público na Sala Anderson Flores, a mesma do ano passado, no Cine Teatro Cuiabá.

Foi só o começo da temporada de 2018: em maio, a peça foi montada no encerramento do Festival Palco Giratório, no teatro do Sesc Arsenal. Em setembro, os piratas rumaram para o Festival Nacional de Teatro do Piauí, e trouxeram para Mato Grosso os prêmios nas categorias de Melhor Espetáculo, Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Figurino. Todos os prêmios são importantes, mas receber no Nordeste, tão longe de casa, o prêmio de Melhor Espetáculo é um orgulho não só para o grupo teatral, mas também para todos os mato-grossenses que apreciam o Teatro brasileiro.

Para quem pensa que o Theatro Fúria se contentou com a temporada de “O Pirata & Deus”, se enganou, a galera estava “TramandoEsopo” que estreou também na Sala Anderson Flores, no início de dezembro.

 

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Divulgação. Crédito: Pedro Ivo

 

Temporada 2019

A montagem de “O Pirata & Deus” deste ano passou por uma modificação: a armação de uma arquibancada para 35 pessoas – assim todos terão uma visão privilegiada de todo o cenário e da incrível atuação do casal de atores (que amamos falar aqui no Blog) Carolina Argenta e Péricles Anarckos.

SINOPSE

Um capitão pirata navega cruel e impune graças à inocência de seu irmão gêmeo siamês. Mas com a chegada do Dr. Z, esta situação se camba: Ele agora pode separar o inocente do culpado! Quem poderá safar o capitão pirata e mantê-lo na impunidade?”

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia e direção: Péricles Anarckos
Elenco: Carolina Argenta e Péricles Anarkos
Figurino, iluminação e produção: Carolina Argenta

SERVIÇO:

Espetáculo O Pirata & Deus

DATA: 08 e 09 de Fevereiro

LOCAL: Cine teatro Cuiabá – Sala Anderson Flores

INGRESSOS:  20,00 inteira e 10,00 meia (os ingressos são LIMITADOS e serão vendidos à partir do dia 05/02 na bilheteria do Cine Teatro Cuiabá aberta de terça a domingo das 14 às 18h)

HORÁRIO: 20h

CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

Saiba mais:

Sobre a peça “TramandoEsposo” aqui.

Theatro Fúria no 27º Festival de Curitiba aqui.

 

*Foto de capa: Péricles e Carolina em cena. Crédito: Pedro Ivo.

Teatro de Sombras em Cuiabá

Grupo Penumbra apresenta nesta sexta, 11/01, o espetáculo ‘A Vila de Pantolux’, no Cine Teatro Cuiabá (CTC).

A arte de contar histórias com o uso de bonecos de sombra é muito antiga e, segundo os historiadores, sua origem vem da China e se espalhou por vários países da Ásia, até chegar na Europa, onde fez muito sucesso e inspirou os primeiros experimentos que levaram à criação do Cinema.

Séculos se passaram e tecnologias para o entretenimento surgem todos os dias, porém, o Teatro de Sombras continua a encantar o mundo com a sua simplicidade em contar histórias, e ao mesmo tempo, tem o poder de prender a atenção de quem assiste – como se estivesse vendo numa sala de cinema, um filme do super-herói preferido.

 

Cuiabá tem Teatro de Sombras

 Criado em 2018, durante o Projeto de Teatro de Formas Animadas, realizado pelo Sesc Arsenal (Cuiabá/MT), o Grupo Penumbra pesquisa e produz peças teatrais por meio do Teatro de Sombras – uma das vertentes do Teatro de Animação. Durante a participação no Projeto, o grupo contou com a orientação de dois importantes nomes do Teatro de Sombra: Rafael Curci, de São Paulo; e Alexandre Fávero, do Rio Grande do Sul. Além de realizarem três apresentações durante o evento, o grupo fez a sua estreia profissional na Semana de Formas Animadas, do Sesc Arsenal.

 

‘A Vila de Pantolux’

Partindo da vontade de falar de ciência, em estudos de geração de eletricidade que abastece uma população, chegamos a figura de uma usina hidrelétrica, com isso achamos então o mote para nossa história, na qual acompanhamos uma vila do interior, que sente necessidade de cada vez mais consumir energia e até que ponto é possível? Uma mãe, um filho e um amigo que nos conduz nesse enredo.” (sinopse)

 

Ficha Técnica

Conheça a galera que faz o Teatro de Sombras acontecer em Cuiabá:

Elenco-Sombristas: Elton Martins, Jair Junior, Jone Sayd e Julio Rocha;

Direção: Juliana Graziela;

Dramaturgia: Grupo Penumbra;

Sonoplastia: Jair Junior;

Iluminação: Julio Rocha;

Criação de figuras: Jone Sayd e Grupo Penumbra;

Produção artística e executiva: Juliana Graziela.

 

Espetáculo por uma boa causa

O Grupo Penumbra apresenta ‘A Vila de Pantolux’ nesta sexta-feira, 11, às 20h, no Cine Teatro Cuiabá (CTC). Além do objetivo divulgar o Teatro de Sombras, o espetáculo também visa angariar recursos com a venda dos ingressos para que o grupo teatral possa viajar até o Rio Grande do Sul para participar da residência artística ‘Territórios Desconhecidos – Vivência no Teatro de Sombras’, que está em sua sexta edição.

O evento ocorre entre 20 a 27 de janeiro, no Espaço de Residências Artísticas Vale Arvoredo, na região serrana de Morro Reuter. Além das passagens aéreas, o grupo precisa custear as inscrições (que são individuais) e que inclui a hospedagem e a alimentação nesses oito dias de imersão teatral.

Os integrantes do Grupo Penumbra terão a oportunidade de conviver com artistas vindos de muitos lugares do país. Eles exercitarão em grupos, práticas e estudos sobre o teatro de sombras moderno, com uma metodologia exclusiva e multidisciplinar organizada e ministrada pelos integrantes da Cia Teatro Lumbra (RS), um coletivo que é referência internacional nessa linguagem. O convite para participar da residência partiu de Alexandre Fávero (RS), diretor da Cia.

 

 

Ajude o Grupo Penumbra

Você pode ajudar o Grupo Penumbra participar da residência artística comprando os ingressos para prestigiar o espetáculo ‘A Vila de Pantolux’. Também pode contribuir por meio de patrocínios empresariais e doações particulares. Para mais informações, entre em contato com a atriz Juliana Graziela (diretora e produtora do Grupo Penumbra):

E-mail: julianagrazielarocha@gmail.com

Tel: (65) 99304.5542

 

Serviço

Espetáculo ‘A Vila de Pantolux’

Local: Cine Teatro Cuiabá

Data: 11 de janeiro de 2019

Horário: 20 horas

Ingressos: R$ 10,00 meia e R$ 20,00 inteira

OBS: O horário de funcionamento da bilheteria do Cine Teatro Cuiabá: de terça à sexta-feira, das 14h às 18h. Também será vendido no dia do espetáculo, uma hora antes.

Classificação: Livre

Informações: (65) 99304-5542

Palhaçando nos Parques (Atualizado)

Premiado grupo de Teatro leva a alegria dos palhaços para as áreas públicas de Cuiabá.

Férias! Momento muito esperado pela garotada que estuda e, também um momento de apreensão para os pais e responsáveis que precisam trabalhar, e tem de lidar com a energia das crianças e adolescentes dentro de casa.

Uma boa maneira de fazer a garotada se divertir e gastar energia (que parece nunca acabar), são os passeios ao ar livre. É sempre bom tirá-los da frente da TV e dos computadores, e mostrar que há “vida lá fora”!

A partir desta matéria, o Blog da Bárbara Fontes vai dar dicas de férias (dentro e fora de casa) gratuitas ou de valores baixos. A primeira dica vem do lindo trabalho do Grupo de Teatro Tibanaré, o espetáculo Palhaçando. O evento já realizou duas apresentações gratuitas no Parques Tia Nair. Nesta quinta, 27, os palhaços vão agitar o Parque das Águas, às 20h30.

 

Palhaçando por aí

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Os atores Jefferson Jarcem ( de azul com listras) e Vini Hoffmann/Divulgação

O espetáculo Palhaçando faz parte de um projeto piloto que pretende levar ao público, apresentações de curtas-temporadas nos parques e praças de Cuiabá em 2019.

O espetáculo tem um propósito educativo e lúdico, leva diversão para toda a família, e de forma gratuita foi montado por meio de patrocínio da Caixa Econômica Federal; da parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo de Cuiabá; e do apoio da Secretaria de Cultura do Estado de Mato Grosso.

Criado em 2007, o espetáculo é feito por cenas curtas, improvisadas e engraçadas, protagonizadas por dois palhaços (os atores Jefferson Jarcem e Vini Hoffmann). Com mais de 200 apresentações realizadas sempre em espaços cênicos alternativos (fora do tablado do Teatro), “Palhaçando” convida o público a interagir com o universo da palhaçaria, e a construir um espetáculo junto – isso torna cada apresentação única! Imperdível, né?!

 

Grupo de Teatro Tibanaré

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Jefferson Jarcem (em primeiro plano) com a galera do Grupo Tibanaré e amigos, após uma oficina no festival Mindelact. Reprodução/Acervo Pessoal

2018 foi o ano do Grupo de Teatro Tibanaré! A impressão que eu tenho é de que os artistas e equipe técnica passaram mais tempo na estrada do que na própria casa! Bom para o Teatro mato-grossense que mostra para o mundo o que tem de melhor. Este ano, o Tibanaré participou de circuitos e festivais pelo Brasil, e fez a sua estreia internacional em Cabo Verde, na África.

O ator Vini Hoffmann falou para o Blog que o Tibanaré esteve em Cabo Verde para participar do Mindelact, realizado em Mindelo, na ilha de São Vincente, onde apresentaram o espetáculo “Fiu-Fiu: Um Encontro entre Pássaros”. O Mindelact é um importante festival de teatro e faz parte da agenda oficial do país. Vini também contou que em janeiro o grupo está de férias, e que no primeiro semestre de 2019 participa do Circula MT (que percorre vários municípios) com as peças “Fiu-Fiu” e “Palhaçando”.

 

Para entrar em contato com o Grupo de Teatro Tibanaré:

E-mail: grupotibanare@gmail.com

Serviço

O que é: Espetáculo Palhaçando

Classificação: Livre

Duração: 50 minutos

Entrada gratuita

Programação

*Parque das Águas

Dias: 27/12

Horário: 20h30
Endereço: Av. Hermina Torquarto da Silva – Centro Político Administrativo, Cuiabá