Bárbara filmando no Pantanal Mato-grossense

Sobre Bárbara Fontes

Aos 13 anos de idade, Bárbara Fontes escreve seu primeiro artigo, a convite do jornalista e colunista social, Zacarias (Charlô), para o jornal Correio Várzea-grandense, e, também, ganhou de seus pais, a sua primeira máquina fotográfica. Um ano antes, participou de uma entrevista sobre o Dia do Folclore, no programa Vitrine, da TV Centro América (Rede Globo). Aos 8 anos de idade, em Mogi das Cruzes, na grande São Paulo, já participava do grupo de teatro da escola e viajava para apresentações. No Jardim da Infância, o primeiro livro que leu (e rabiscou) foi o Pequeno Príncipe, e nunca mais parou de escrever e rabiscar. Quando criança queria ser atriz, jornalista e pediatra (tudo isso misturado!).

Em Mato Grosso, foi morar com a família em Várzea Grande, cidade-irmã de Cuiabá. Em todas as escolas que estudou, participou de grupos de teatro e colaborava nos jornais escolares. Seu interesse pela História (que a levou a dirigir documentários) surgiu no ensino fundamental, com o caderninho de pesquisas, que a professora Olinda, de História, do tradicional Colégio Couto Magalhães, obrigava os alunos a manterem repletos de informações sobre a História Mundial e do Brasil. As pesquisas eram feitas na biblioteca pública (não havia internet!). Nesse período, também havia uma série de documentários curtos sobre a História de Mato Grosso, produzidos pela Fundação Júlio Campos, e exibidos no canal 8. No segundo grau, o interesse pela história aumentou, graças aos incentivos dos professores Mário Nadaf, Else Cavalcanti e Maurin Rodrigues. Nessa época, Bárbara participava do Rotaract Clube Cuiabá Paiaguás (grupo jovem que prestavam serviços à Comunidade), onde ajudou desenvolver projetos sociais, atividades de relações internacionais e um jornal.

Na primeira metade da década de 1990, Bárbara entra para o curso de Comunicação Social, da Universidade Federal de Mato Grosso, onde pode desenvolver muitas habilidades que lhe são úteis até os dias de hoje. Participou do jornal do curso, fez estágios em Cinema e Televisão, produziu documentários, ganhou prêmio e participou de vários festivais de cinema. Na TV Universidade escreveu roteiros; criou, produziu e dirigiu programas; e fez reportagens. Nesse período acadêmico trabalho na organização-não governamental Instituto Centro de Vida (ICV), na Assessoria de Comunicação Social (onde produzia programas radiofônicos, colaborava no jornal e criou um jornal para o público jovem (Ecoteen). No ICV, Bárbara conviveu com importantes ambientalistas, jornalistas, fotógrafos e cineastas, e viajou para várias partes do mundo. Nesse período conheceu Arne Sucsdorff, o primeiro cineasta sueco a ganhar um Oscar, e que viveu em Cuiabá e no Pantanal. Também estagiou e trabalhou numa empresa multinacional e numa empresa de Assessoria de Comunicação.

A partir do ano 2.000, continua trabalhando como Assessora de Comunicação e, paralelamente, com Cinema, passando algumas temporadas em Estocolmo, na Suécia. Em 2004, lança no cinema, o documentário que levou 10 anos – entre pesquisas, produção e finalização – sobre Arne Suckdorff, sucesso de crítica e público, vencedor de diversos festivais de cinema, e até hoje é exibido como hours concurs. Em 2005, ganhou a segunda edição do concurso nacional DOCTV, com o documentário longa-metragem “Vila Bela: Terra de Colores”, exibido em vários países. Em 2007, roteiriza e dirigi a obra cinematográfica “Canção Mato-Grossense” (Hino de MT), financiado pelo Sebrae-MT. Em 2016, realizou a vídeo-instalação experimental “A Mangueira”, para a exposição Natureza: Substantivo Feminino”, no Museu de Arte de Mato Grosso.

Até 2018, Bárbara Fontes roteirizou, produziu e dirigiu mais de 60 documentários (entre institucionais e autorais), além de ter trabalhado com Publicidade e Propaganda (agência de publicidade) e Jornalismo (teve textos e artigos publicados por diversos veículos de comunicação). É proprietária da empresa Novo Movimento Filmes, com prestação de serviços em Comunicação Social Integrada, Pesquisas voltadas para Cultura Popular, Audiovisual/Cinema e Artes Visuais. É especialista em Educação (enfoque Cinema e Educação) e, pós-graduanda em Jornalismo.  No campo da Literatura, Bárbara é autora do livro de poesias “Projeto de Poetisa”, editora Carlini & Caniato/TantaTinta, com lançamento previsto para este ano. Nas artes plásticas é aprendiz de Aquarela.

Além do blog, acompanhe o trabalho de Bárbara Fontes, nas seguintes plataformas digitais:

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Projeto de Poetisa  (Facebook)

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