AGENDA MT – OUTUBRO

O Blog da Bárbara Fontes preparou uma Agenda semanal com atualização diária (quando necessário). Os eventos são de responsabilidades dos organizadores, o Blog apenas publica os releases recebidos por meio das assessorias de imprensa/comunicação e produtores de eventos.

O Blog publica gratuitamente eventos na seção Agenda sob as seguintes condições:
*Evento gratuito
*Evento com ingresso simbólico (até R$ 10)
*Evento com ingresso social
*Evento (ingresso de qualquer valor) para arrecadar fundos organizados por entidades beneficentes e filantrópicas
*Feiras de negócios com entrada gratuita
*Feiras de economia criativa com entrada gratuita
Envio de releases, sugestão de pauta, convites, press kit: blogdabarbarafontes@gmail.com
WhatsApp: (65) 99237.4762
Sobre eventos comerciais e com fins lucrativos: entrar em contato com o Blog.
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PANTANAL COZINHA BRASIL

PantanalCozinhaBrasil

O que é: com o tema ‘O alimento, a cozinha e a vida das pessoas’,o Pantanal Cozinha Brasil acontece nos dias 11 e 12 de outubro, no Centro de Eventos do Pantanal, com palestras magnas, aulas show, oficinas práticas com degustação. Boa parte das atrações é gratuita, entre elas funfoodpark, o espaço dos expositores com degustações e oficinas kids.

 

Confira a programação completa do evento AQUI.

 

 

 

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Exposição de Artes – SEN[S]AÇÕES – CUIABÁ

Exposição Sensação (1)
Divulgação/SECEL-MT

 

O que é: A exposição coletiva Sen[s]ação reúne obras dos renomados artistas plásticos: Vitória Basaia; Gonçalo Arruda; Junne Fontenelle; Marcelo Velasco e Miguel Penha. A curadoria da mostra é de Marcelo Velasco, e reúne pinturas, esculturas e instalações. Nela, os cinco artistas exibem seus trabalhos mais recentes, organizados num projeto de expografia que promete mexer com as sensações do público.

 

 

Serviço:

Quando: De segunda-feira a sexta-feira, até dia 15 de outubro

Horário: das 8h às 18h

Local: A Galeria de Artes Lava Pés está localizada no piso térreo da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), na Avenida José Monteiro de Figueiredo (Lava Pés) nº 510, bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.

Gratuito

Informações: (65) 3613-0232

 

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Boas Vindas ao Blog!

Que alegria! Um novo desafio se apresentou para mim num momento bem interessante: o desejo de continuar no Jornalismo, porém, de uma forma independente. Assim, nasceu o Blog da Bárbara Fontes, que além da produção de matérias e artigos, também, contempla outros segmentos profissionais onde eu atuo há décadas como o Audiovisual/Cinema e a Fotografia. No campo da Literatura, aguardo a publicação do meu livro Projeto de Poetisa e há alguns anos, trabalho numa obra ficcional. Nas Artes Plásticas ainda sou aprendiz na técnica de Aquarela – mas um dia eu chego lá. O blog é um ótimo meio para unir todos essas áreas de interesse e também divulgar coisas bacanas que acontecem por aí, além de noticiar por meio de matérias jornalísticas, o que acontece no Brasil e no mundo.

 

 

 

O que é o bom jornalismo?

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É muito frustrante chegar a um certo tempo de carreira profissional e perceber que o trabalho do jornalista, que sempre foi árduo e com grande carga de responsabilidade, tem se tornado um “control C- control V” de matérias alheias (às vezes, muda uma vírgula, uma palavrinha aqui e ali… affss!). Eu vivenciei isso há um tempo atrás, antes desse Blog existir, e afirmo: é frustrante, é “broxante”! Absorver (“chupar” ou plagiar) o trabalho que outro jornalista se dedicou em fazer, conseguiu o “furo jornalístico” e publicou no veículo onde é pago para trabalhar é injusto! Se o furo publicado for realmente de interesse coletivo, a fonte precisa ser creditada. E o jornalista da concorrência que corra atrás do seu furo ou dos desdobramentos que a notícia possa levar.

 

 

Atuar no Jornalismo nesses tempos onde a busca insana é por acessos (cliques, likes, etc) – custe o que custar – é um desafio enorme porque não compete apenas ao jornalista, envolve, também, o veículo de comunicação! Fazer o bom jornalismo é escrever os fatos sem a intenção de prejudicar algo ou alguém. A boa notícia não vê o “bem” ou o “mal” – o fato existe e precisa ser relatado. O bom jornalista não perde tempo “colando” a matéria da concorrência, porque vai apurar, pesquisar, ouvir as partes envolvidas e produzir um texto com sustentação (e isso não é vício jornalístico!! É trabalho correto e ético!). Se o jornalista não é autor matéria (ou do furo) do qual assina, isso precisa estar bem claro. O leitor não pode ser enganado.

 

 

Babi_Selfie

 

Nesses meus 20 e poucos anos de carreira, eu vi de quase tudo (quase, porque eu sei que ainda verei muita coisa nesta vida!) que me trouxeram experiências, senso crítico, reflexões e, sobretudo, o que não fazer na minha profissão (e na vida cotidiana). A cada decepção vivenciada é mais combustível para continuar a fazer o que eu penso ser o correto. Não sou conivente com aquilo que está errado ou que eu considero antiético ou desonesto!

 

 

 

Fazer o bom jornalismo dá trabalho. Não nasce pronto. Cada matéria é um “parto”. Cada notícia publicada gera responsabilidade com a sociedade. Quando eu escrevo sobre alguém, um ser humano está ali, que tem família e uma história de vida! Precisamos ser responsáveis quando decidimos escrever sobre pessoas. Precisamos ter segurança ao escrever sobre fatos. O factual é importante, mas quando é feito com base em especulações e plágios de trabalho de outros jornalistas (que apuraram e foram atrás da notícia) é muito perigoso e um passe livre para a decadência e descrédito.

 

 

Eu desejo que Blog da Bárbara Fontes seja um meio para as pessoas buscarem informações, se divertirem e sentirem bem para prosseguir na labuta do dia-a-dia. E também tem a missão de fazer o bom jornalismo. E para mim, missão dada é missão cumprida!

 

Namastê!

 

Bárbara Fontes

Editora do Blog da Bárbara Fontes

 

*Texto publicado em 21 de março de 2018.

 

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Agronegócio

Fundação MT realiza este mês, a segunda etapa do “Hora de Plantar 2019”

 

 

Em Mato Grosso, o plantio da safra 2019/2020 começará na segunda quinzena de setembro. Com o intuito de ajudar os produtores de soja nesta primeira e importante etapa que movimenta o agronegócio, a Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT) realiza o É Hora de Plantar 2019.

 

 

No mês de agosto, o evento  viajou para nove municípios: Sapezal; Campo Novo do Parecis; Tangará da Serra; Nova Mutum; Lucas do Rio Verde; Nova Ubiratã. Sorriso, Sinop e Tapurah. A partir do dia 23 de setembro, mais seis cidades serão contempladas.

 

 

Em cada cidade visitada, os pesquisadores da Fundação MT ajudam traçar estratégias da safra que será colhida entre os meses de janeiro até o início de maio de 2020. Em Mato Grosso há diferentes tempos dos ciclos das variedades de soja: o ciclo precoce, o médio e o tardio. Em razão disto, o evento foi planejado para ocorrer em 2 Rodadas, de acordo com a época de plantio das regiões: entre os dias 19 a 23 de agosto; e 23 a 29 de setembro.

 

 

 

É Hora de Plantar

O evento tem por objetivos tratar de assuntos sobre os cuidados que antecedem o plantio da soja e difundir tecnologia agrícola no Estado. Nas palestras técnicas, os pesquisadores irão expor aos participantes as informações sobre plantas daninhas, doenças e adubação e nutrição da cultura soja. Também apresentarão resultados de pesquisas realizadas pela Fundação MT. O evento é uma oportunidade valiosa para que produtores locais troquem informações, relatem experiências e aproveitem as presenças dos técnicos para tirar dúvidas. Segundo a organização do evento, após cada palestra haverá  um debate com um mediador local, com objetivo de abordar melhor a situação de cada região. O tema deste ano é “Integração: a chave que abre novos horizontes”.

 

 

Esse slogan é para reforçar a importância da integração das áreas de conhecimento e de todos os envolvidos na cadeia produtiva”. (Leandro Zancanaro, Diretor Técnico da Fundação MT)

 

 

 

Itinerário – 2º Rodada

 

Os municípios que participarão da 2ª Rodada são: Querência; Canarana; Água Boa; Primavera do Leste; Campo Verde e Rondonópolis.

 

Hora de Plantar 2019_2fundaçãoMT

 

 

Agenda

 

2º Rodada: de 23 a 29 de setembro de 2019:

 

Hora de Plantar 2019_4fundaçãoMT.jpg

 

 

Inscrições gratuitas nos locais dos eventos

Para mais informações, acesse aqui.

 

 

A 1º Rodada aconteceu entre os dias 19 a 23 de agosto:

 

Hora de Plantar 2019_3fundaçãoMT.jpg

 

*Esta matéria também tem informações da assessoria de imprensa da Fundação MT (Julianne Caju)

 

 

 

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Blog da Bárbara Fontes propõe a pesquisa, elaboração e difusão de produção de conteúdo sobre diferentes temas, e a difusão de ações beneficentes e voluntárias.

As matérias, artigos e textos informativos são pautados e passam por pesquisas, apurações, checagens e revisões antes de serem publicados. As matérias do Blog batem recordes de acessos! Os leitores são de todas as partes do Brasil e também é acessado em vários países! Até o fechamento desta matéria, o Blog produziu e publicou 280 textos (matérias, reportagens, artigos etc).

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Publicações de julho (até 25/07/19)

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Blog Reconhecido!

 

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Julho/2019

 

 

ListaWP

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Bárbara Fontes

Cineasta/Jornalista

Editora do Blog da Bárbara Fontes

série: Habemos Artes!

Embarque numa viagem pela história da arte. Parte I – ARTE RUPESTRE

 

 

SETE FATOS SOBRE A ARTE QUE NASCEU NAS CAVERNAS

 

1- O que é arte rupestre?

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Reprodução/Site: Cuevas Préhistóricas de Cantábria

 

É um conjunto de inscrições, desenhos, esculturas e pinturas produzidas pelo homem pré-histórico dentro de cavernas, paredes rochosas externas e em grandes pedras espalhadas nas florestas. Segundo pesquisa realizada pela Universidade de Bristol, na Inglaterra, a arte rupestre começou há pelo menos 40 mil anos e indícios apontaram que a espécie Neandertal tenha sido os primeiros “artistas”.

 

 

2- O que o humano pré-histórico retratava?

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Desenho de um bisão. Reprodução/Site: Cuevas Préhistóricas de Cantábria

 

 

Os acervos encontrados em diversas cavernas são de pinturas que “contam” o cotidiano do grupo que vivia ali: cenas de caças, animais de várias espécies (parados e simulando movimentos). Também foram encontrados desenhos relacionados à danças/festas, ritos cerimoniais, partos entre outros. Para melhor compreender esse período da história da humanidade (cuja classificação é: ordem primata e família Hominidae), segue os tipos de espécies humanas que viveram antes do Homo Sapiens (nossa espécie):

 

Australopithecus: O primeiro Homem-símio (bípede e tinha postura ereta). Viveu no período Paleolítico/Pedra Lascada (aproximadamente, 3 milhões de anos).

 

Homo Habilis: possuía características do humano atual e habilidades como fabricação de pequenos machados e sabia que embaixo da terra havia raízes comestíveis.

 

Homo Erectus: Essa espécie de humano possuía o cérebro maior do que os outros antes dele, e já vivia em grupos e morava em cavernas. Sabia manusear armas, talhar pedras e usar utensílios feitos de madeira e ossos.

 

Homem de Neanderthal: descoberto no Vale Neander, Alemanha. Viveu há 100 mil anos. Segundo pesquisas, essa espécie era a  mais evoluída de todas pela capacidade de pensamento e fala (sem muita complexidade), realizava rituais em grupos e fabricava instrumentos. Faz parte do primeiro ramo de Homo Sapiens.

 

Homem de Cro-magnon:  Surgiu há 70 mil anos (Oceania e América) e pertencia ao segundo ramo de Homo Sapiens. Possuía habilidade de manufatura de armas e instrumentos (pedra e ossos), cozinhava alguns alimentos e produzia pinturas rupestres e esculturas. Essa espécie deu origem ao homem atual.

 

 

3- Arte rupestre é arte?

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Pinturas atribuídas ao Homem Neandertal há 65 mil anos. Caverna La Pasiega, Espanha. Reprodução/P.Saura

 

Até hoje, especialistas de várias partes do mundo discutem se as inscrições, esculturas, desenhos e pinturas produzidas pelos seres humanos que viviam nas cavernas podem ser considerada Arte, sendo que o conceito de arte naquela época não existia, isto é, quando desenhavam coisas nas paredes rochosas não o faziam “pensando em arte” – até porque a intenção era a de sobreviver no ambiente hostil. Por outro lado, há quem considera arte por haver provas encontradas em algumas cavernas da Espanha, de que os  neandertais misturavam pigmentos para pintar e talhavam contas de conchas.

 

 

Independente se é arte ou não, o fato é que foi por meio de desenhos que eles conseguiam se comunicar, o que estimulou o surgimento da linguagem, da compreensão das coisas e futuramente, da escrita. Observando esses primeiros seres humanos, percebemos que a “arte” nasceu com eles e que havia uma sensibilidade (surgida da intuição) da vida cotidiana e na apreensão de informações que eram desenhadas nas paredes das cavernas. Eles também foram os primeiros “cronistas” do mundo ao relatar em forma de inscrições, as descobertas do mundo exterior e do próprio grupo.

 

 

3- Quais são as principais cavernas com acervos de artes rupestres?

São inúmeras cavernas espalhadas por todo planeta com ricos e raros acervos. Na Espanha há cavernas com vestígios de 65 mil anos e as mais conhecidas são as de Altamira, Cueva de los Aviones, Cueva de la Pasiega. Na França tem a Caverna de Lascaux. Na América Latina, um dos maiores acervos está na Cueva de Las Manos (Caverna das Mãos), na Argentina.

 

 

4- O que encontraram nessas cavernas?

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A Caverna das Mãos está localizada na província de Santa Cruz, na Argentina. Crédito: Mariano Cecowiski.

 

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Pinturas encontradas na Caverna de Lascaux, na França. Crédito: Prof. Saxx.

 

 

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A História da Arte comprovou que tudo começou com um simples desenho! O desenho é o primeiro aprendizado desde os tempos do ser humano que vivia nas cavernas. Qualquer pessoa pode desenhar e agora! Saiba mais AQUI.

 

 

5 – No Brasil há vestígios de Arte Rupestre?

Sim e muitas! Nosso país se situa num continente muito antigo e há provas concretas de que milênios atrás o território abrigou muitos grupos de seres humanos pré-históricos. Os locais mais conhecidos são:

 

Serra da Capivara, no Piauí; Pedra Pintada (Pará); Cariris Velho e Pedra do Ingá, na Paraíba. O estado de Minas Gerais abriga locais importantes com vestígios pré-históricos em Lagoa Santa e Peruaçu.

 

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Era uma vez Luzia! Reprodução/Site Brasil Escola

Em Minas Gerais (gruta de Lapa Vermelha, em Pedro Leopoldo) foi encontrado um fóssil considerado o mais antigo da América! E era de uma mulher que viveu aproximadamente há 11 mil anos. Ela foi batizada de Luzia. Onde está Luíza hoje? Ela quase desapareceu no incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro – umas maiores tragédias do país. Meses depois, entre os escombros, pesquisadores encontraram pedaços do crânio de Luíza.

 

 

 

6 – Há vestígios pré-históricos em Mato Grosso?

Sim e há possibilidade de encontrar mais locais! Até o momento foram encontrados vestígios em Rondonópolis, Chapada do Guimarães e Apiacás.

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Vestígio de pintura rupestre encontra numa caverna em Apiacás. Crédito: Saulo Augusto de Moraes.

 

 

 

No município de Apiacás foram encontradas seis cavernas com pinturas rupestres.

 

 

 

7- O que se sabe do sítio arqueológico de Santa Elina (MT)?

Em 2014, eu realizava uma pesquisa para a produção de um documentário sobre a cidade de Jangada (MT) quando soube da existência do Santa Elina (quase ninguém da cidade sabia!). Situado a 60 km de Jangada, é considerado o segundo sítio arqueológico mais antigo do Brasil. O local ficou conhecido por meio de pesquisa realizada por um casal de arqueólogos franceses, do Museu Nacional de História Natural da França, que viveu na região por anos. Foram encontrados vestígios de 27 mil anos atrás, sendo que mil representações rupestres em formas de figuras humanas e animais, além de indícios de fogueiras e inscrições em pedra. Arqueólogos e pesquisadores também encontraram 800 fragmentos de ossos, entre eles a de uma preguiça de cinco metros que viveu na região em torno de 10 mil anos atrás. O lugar é extraordinário né? Mas não é o que pensam as autoridades, os raros os vestígios pré-históricos correm o risco de desaparecer! Segundo uma matéria publicada no site O Livre, a fazenda tem plantações de soja e a boa parte de sua vegetação virou pasto para gado. E não possui um trabalho de preservação histórica e nem de sensibilização junto aos proprietários e trabalhadores da fazenda.  Depois do que aconteceu no Museu da Língua Portuguesa (SP) e no Museu Nacional, ambos locais famosos e muito visitados e que sofreram incêndios e perdas incalculáveis; o que será de um sítio arqueológico, situado na região central do Brasil, que abriga a pré-história do continente americano e que quase ninguém conhece? Espero que esta matéria sensibilize as pessoas que possam ajudar a preservar os sítios arqueológicos do nosso país.

 

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A arte faz parte do ser humano desde o seu surgimento. A arte rupestre foi o início de uma jornada de muitas descobertas. A História da Arte nos permite conectar com o nosso passado e entender o presente. Essa história é sua também! Embarque na viagem pela História da Arte AQUI.

 

*Matéria atualizada do Blog da Bárbara Fontes. Foi publicada, pela primeira vez, em 25 de setembro de 2018.

**Foto de capa: https://turismo.santander.es

 

 

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Você sabia que no mercado das artes, ser um artista talentoso não é suficiente? Saiba mais como unir talento e valorização financeira AQUI

 

 

 

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vista aérea da Orla do Porto, Cuiabá, Mato Grosso.

Venha Turista: Cuiabá (Atualizado)

Dicas de lugares bacanas para visitar. É dedicado para turistas e mochileiros.

 

 

CUIABÁ ou Cuiabrasa!

Para mim não tem como começar essa série de postagens de dicas para passar um fim de semana em algum lugar do mundo, sem falar da cidade que eu tenho imensa gratidão! Sou de Mogi das Cruzes/SP, e faz muitos anos que vim com a família morar em Mato Grosso. O que tem de calor climático, tem de calor humano! Para saber sobre a história, costumes e tradições da minha amada Cuiabá, acesse aqui.

 

 

Como cineasta, também tive a honra de registrar Cuiabá e e vários locais de Mato Grosso (do meu Canal Bárbara Fontes: Inscreva lá!). Foram dezenas de documentários e vídeos institucionais e compartilho aqui duas obras cinematográficas:

 

 

“Canção Mato-grossense” (Hino de Mato Grosso):

 

“Descubra Mato Grosso”:

 

 

Hei turista, venha para Cuiabá!!!

O que se pode fazer num fim de semana na capital de Mato Grosso? Eu pedi ajuda a uma pessoinha muito querida, o produtor cultural e fotógrafo cuiabano, Manoel Vieira:

 

Manoel Vieira _creditoFredGustavos
Manoel fotografado por Fred Gustavos/Acervo Pessoal.
“Tomar um café no SESC Casa do Artesão, pra conferir a produção de artesanato de todo o estado. Depois, um almoço no São Gonçalo Beira-Rio.”

 

 

 

 

São Gonçalo Beira-Rio é a primeira região habitada pelos bandeirantes que descobriram Mato Grosso. Há muitas Peixarias e lojas de artesanatos, com lindas cerâmicas. O Sesc Casa do Artesão é um lugar muito bacana e está localizado em um dos bairros mais antigos de Cuiabá: o Porto.

 

Tem tanta coisa legal no Porto, que eu também vou dar algumas dicas:

 

 

Ponte com vista para OrlaPorto
Vista da Orla do Porto, da ponte sobre o rio Cuiabá. Crédito Bárbara Fontes
  • Tem a Orla do Porto (há restaurantes, museu, artesanato). Bom para caminhar, andar de patins, passear com os pets entre outras coisas. Dependendo da época tem muitos shows gratuitos e um parque de diversão.
  • Tem o Regionalíssimo – o restaurante de comida típica, premiado pela revista Veja Comer & Beber.
  • Tem o tradicional Mercado do Porto.

 

 

 

 

No bairro do Porto também tem o Sesc Arsenal (amooo!!!). É um dos lugares mais fantásticos de Cuiabá! Na quinta tem o ‘bulixo’ (expressão cuiabana) –  uma feirinha com comes, bebes e artesanatos. Tem Teatro, tem sala de cinema, tem brinquedoteca, tem um restaurante com preço acessível e música ao vivo. Também tem programações especiais durante o ano, como o Palco Giratório que aconteceu no mês de maio. Os eventos no Sesc podem ser cobrados (bem barato) ou de graça. Sempre tem algum evento bacana! Imperdível. Anota aí no seu roteiro de viagem!!!

 

Para fazer compras no Porto, tem o Shopping Popular (tem de tudo!). É  uma região que possui muitos atacadistas (diversos setores). Bem próximo está o Centro Esportivo Dom Aquino, ótimo para caminhadas e exercícios.

 

Para saber mais sobre as unidades do Sesc em Cuiabá, clique aqui.

 

 

Como chegar à Cuiabá?

Saindo do aeroporto internacional Marechal Rondon, que fica em Várzea Grande (nossa VG, cidade-irmã). Tem ponto de táxi no desembarque. Em frente ao aeroporto tem um ponto de ônibus. Para ir ao Porto, em Cuiabá, pegue a Linha 24. A corrida de Uber, de Várzea Grande para Cuiabá é mais barata do que saindo da capital para VG. Em Cuiabá tem uma grande Rodoviária e linhas de ônibus para o centro de Cuiabá (e VG).

 

Hoje em dia é muito fácil se programar para viajar, o google maps está aí para dar uma mão para quem quiser vir de carro ou de moto. É só colocar a origem da saída e o destino final (Cuiabá).

 

Cuiabá é uma cidade grande e muito quente (use roupas leves e protetor solar). Pode fazer frio? Pode sim. Então, pesquise direitinho a questão climática antes de vir. A tendência agora é esfriar no inverno, porém, nunca sabemos direito.

 

Há inúmeros lugares bacanas para visitar em Cuiabá, como lindos parques, o Cine Teatro Cuiabá (no centro). Chegando na cidade, visite o Centro de Atendimento ao Turista (CAT), com atendimento bilíngue. Pegue um mapa e dicas de passeios. Onde encontrar: CAT – Praça Rachid Jaudy, Av. Generoso Ponce, S/N – Centro Norte, Cuiabá/MT. Horário de Atendimento: das 09 às 17 horas.

 

 

Em Cuiabá se come muito bem! Temos pratos tradicionais como a Maria Izabel, a farofa de banana, peixadas e moquecas. Para um fim de semana, há muitas opções de café da manhã, além dos oferecidos pelos hotéis, você pode começar o seu dia no tradicional Dona Eulália e Família, no Sesc Casa do Artesão (dica do Manoel) e em muitas padarias charmosas. Cada dia, você visita um local diferente.

 

O almoço, depois de conhecer as Peixarias do São Gonçalo Beira-Rio, você pode ir ao centro da  cidade e almoçar num lugar que eu adoro: Gabinete Antes do Café (Rua 24 de Outubro, nº 566, Centro). Tem um restaurante de comida caseira, situado no Centro Histórico (anota aí no seu roteiro, merece uma visita), o Cheiro Verde (Rua Cândido Mariano, 101. Tel: 65- 3023.1331). Nessa região tem muita coisa bacana e muita arte! aguarde uma postagem especial sobre o Centro Histórico.

 

No meio da tarde, você pode experimentar o Chá c’ bolo – tão tradicional quanto a devoção a São Benedito! E por falar no santo, tem festança chegando aí! Também pode comer pastel na feirinha que fica entre a Catedral e o Palácio da Instrução (lindo prédio!).  A noite, há muitas opções como bares, restaurantes (para todos os gostos e bolsos) e o icônico Lucius do Caju (anota ai! O bar fica na Rua candido mariano 1371, conhecida como rua das óticas. Aberto de terça a sábado, a partir das 18h. Tel: 65-99281.5634). Imperdível também é comer um lanche que só tem em Cuiabá: o BAGUNCINHA!! Depois de uma baladinha (tem para todas as tribos),  você precisa tomar o escaldado cuiabano (no Choppão, claro!). Também há restaurantes de alta gastronomia. Conheça os lugares premiados pela revista Veja Comer & Beber 2019 aqui.

 

 

E a melhor dica de todas é: VENHA PARA CUIABÁ!!

*Foto de capa: vista aérea da Orla do Porto. Crédito: Prefeitura de Cuiabá/Facebook.

 

 

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Infame

Tempo nunca haverá
Para aquela que morre aos poucos
Porque acreditou que um marido bastaria
Para lhe dar o que comer
O que vestir
O que dizer
O que sentir

 

Tempo nunca haverá
Para mulher, aquela
Que jaz na sepultura do silêncio
Não basta mais um marido
Que lhe dava o que comer
Ja não veste
Desdiz
E não senti.

(Bárbara Fontes in Projeto de Poetisa. Chapada dos Guimarães/MT, 30.06.19)

Foto: obra da artista plástica, Nívea Castro)