MT: Resultado Eleições 2018

Confira os eleitos do estado de Mato Grosso

 

O empresário e ex-prefeito de  Cuiabá, Mauro Mendes (DEM) é eleito governador de Mato Grosso. Em segundo lugar ficou Wellington Fagundes (PR). De todo o pleito, apenas três mulheres foram eleitas. Confira o resultado da apuração abaixo*:

Mauro Mendes – 58,69% dos votos válidos

Wellington Fagundes – 19,56%

Pedro Taques (PSDB) – 19,00%

Arthur Nogueira (REDE) – 1,72%

Moisés Franz (PSOL) – 1,03%

 

Os senadores eleitos foram Selma Arruda (PSOL) e Jayme Campos (DEM).  Confira os resultados abaixo:

Selma Arruda – 24,65% dos votos válidos

Jayme Campos – 17,82%

Carlos Fávaro (PSD) – 15,80%

Adilton Sachetti (PRB) – 12,10%

Nilson Leitão (PSDB) – 12,00%

Procurador Mauro (PSOL) – 8,21%

Professora Maria Lúcia (PC do B) – 6,26%

Dr. Waldir Caldas (NOVO) – 2,60%

Aladir (PPL) – 0,34%

Gilberto Lopes Filho (PSOL) – 0,22%

Sebastião Carlos (PPL) – não aparece

 

Das oito vagas na câmara federal, somente Carlos Bezerra (MDB) conseguiu se reeleger. Apenas uma mulher foi eleita: Professora Rosa Neide (PT). Confira os resultados abaixo:

Nelson Barbudo (PSL) – 8,52 dos votos válidos

José Medeiros (PODEMOS) – 5,57%

Emanuelzinho  (PTB) – 5,18%

Neri Geller (PP) – 4,93%

Carlos Bezerra – 3,99%

Dr. Leonardo (SOLIDARIEDADE) – 3,53%

Professora Rosa Neide – 3,44%

Juarez Costa (MDB) – 3,37%

 

Reeleita, a deputada estadual Janaína Riva continua sendo a única  mulher na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Confira os 24 deputados estaduais eleitos//reeleitos:

1º- Janaina Riva (MDB) – 3,40 dos votos válidos

2º- Nininho (PSD) –  2,47% – reeleito

3º- Max Russi (PSB ) – 2,31 – reeleito

4º- Eduardo Botelho (DEM) – 2,23% – reeleito

5º- Delegado Claudionei (PSL) – 1,98%

6º- Guilherme Maluf (PSDB) – 1,98% – reeleito

7º- Dilmar Dal Bosco (DEM) – 1,90% – reeleito

8º- Engenheiro Sebastião Machado Rezende (PSC) – 1,69% – reeleito

9º- Xuxu Dal Molin (PSC) – 1,57%

10º- Lúdio Cabral (PT) – 1,50%

11º- Valdir Barranco (PT) – 1,45% – reeleito

12º- Eliseu Nascimento (DC) – 1,41%

13º- Valmir Moretto (PRB) – 1,40%

14º- Faissal (PV) – 1,35%

15º- Dr. João (MDB) – 1,31%

16º- Thiago Silva (MDB) – 1,28%

17º- Ulysses Moraes (DC) – 1,24%

18º- Professor Alan (PDT) – 1,23% – reeleito

19º- Wilson Santos (PSDB) – 0,98% – reeleito

20º- Dr. Eugênio (PSB) – 0,89%

21º- Silvio Favero (PSL) – 0,80%

22º- Dr. Gimenez (PV) – 0,80%

24º- Paulo Araujo (PP) – 0,77%

24º- João Batista do SINDSPEN (PROS) – 0,75%

 

*Fonte: TRE/MT

**Crédito da foto de capa: Palácio do Governo de MT/\Crédito: Secom-MT

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Vaquinha Eleitoral Online

Saiba como você pode doar dinheiro para o seu candidato

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Imagem: Reprodução

 

A partir deste ano, pessoas físicas podem doar dinheiro para a campanha de seu (s) candidato (a)  por meio de uma “vaquinha eleitoral online”. Esse tipo de financiamento é conhecido mundialmente como crowdfunding.

 

A Lei nº 13.487/2017, que se refere ao financiamento coletivo foi sancionada pelo presidente da república em outubro de 2017, e a arrecadação de recursos por essa modalidade foi aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por meio da Resolução SE nº 23.553, de 2 de fevereiro de 2018 (regulamenta a arrecadação, os gastos eleitorais e a prestação de contas das eleições 2018.) Segundo o  TSE,  as “entidades que promovam técnicas e serviços de financiamento coletivo por meio de sítios na internet, aplicativos eletrônicos e outros recursos similares, podem oferecer este serviço, desde que observadas as instruções da Justiça Eleitoral (art.23, § 4º, inciso IV da Lei nº 13.487/2017)”.

Atenção: Microempreendedores Individuais (MEI) e empresário individuais NÃO podem se cadastrar para promover técnicas de financiamento coletivo.

Somente as empresas cadastradas e habilitadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderão ser contratadas pelos pré-candidatos para arrecadar recursos de financiamento coletivo.

Confira o RELATÓRIO do TSE sobre a situação do cadastro das empresas de financiamento coletivo (atualizado em  21/05/2018, às 19:09 – horário de Brasília).

Como funciona a vaquinha online?

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Crédito: Pixabay/Gratuito

Somente as empresas  cadastradas e habilitadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderão ser contratadas pelos pré-candidatos para arrecadar recursos de financiamento coletivo. A Lei nº 13.487/2017 prevê a obrigatoriedade de emissão de recibo eleitoral, o que torna a doação transparente e possível a identificação da origem dos recursos. Os sites e aplicativos que oferecerem o serviço de vaquinha online  deverão fornecer dados e prestar contas à Justiça Eleitoral. A entidade arrecadadora poderá captar doações até o dia da eleição.

Segundo o TSE, As doações de valores iguais ou superiores a R$1.064,10, só podem ser realizadas mediante transferência eletrônica, emitida diretamente da conta bancária do doador para a conta bancária do beneficiário, sem a intermediação de terceiros (Resolução-TSE nº 23.553, art. 22, § 2º).

A entidade arrecadadora é obrigada a divulgar para os candidatos e eleitores, a respeito das taxas administrativas a serem cobradas pela prestação do serviço.

Como o candidato pode usufruir da doação?

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Imagem: Reprodução/Site Metrópoles

A permissão para a divulgação pelos pré-candidatos (estamos no período de pré-candidaturas) do financiamento coletivo de campanha por meio de plataformas digitais começou em 15 de maio. Não vale para os partidos políticos e a propaganda eleitoral permitida pelo TSE só começa em agosto.

No período de pré-candidatura, os recursos arrecadados não podem ser sacados, eles ficam retidos na empresa de financiamento coletivo. Os recursos serão liberados para o candidato após o registro da candidatura à Justiça Eleitoral, ter um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) e também apresentar uma conta bancária que será usada somente para a movimentação financeira de campanha. Quem não atender a essas exigências não terá acesso aos recursos arrecadados e o dinheiro será devolvido aos doadores.

Fonte pesquisada: Tribunal Superior Eleitoral (TSE).