Novo FIES

Ainda dá tempo! As inscrições para participar do novo Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) seguem até o dia 14 de fevereiro.

Como há mais candidatos do que vagas nas universidades públicas brasileiras, o Ministério da Educação (MEC) criou o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), Lei nº 10.260 (12/07/2001), que permite aos estudantes a oportunidade de entrar para o Ensino Superior por meio de universidades, faculdades e centros universitários privados.

A partir deste ano, já vale o novo FIES que apresenta duas modalidades de financiamento estudantil, que vão desde juros zero a quem mais precisa e uma escala de financiamentos que varia de acordo com a renda familiar do candidato. Ao reestruturar o programa, o governo federal melhorou a gestão do fundo que permite sustentabilidade financeira e um acesso mais amplo ao ensino superior.

 

 

1º Modalidade:

Oferta de vagas com juros zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. O pagamento das prestações do financiamento segue de acordo com o limite de renda do (a) aluno (a), e os encargos a serem pagos são menores.

 

2º Modalidade:

É o P-Fies. Destinado aos estudantes com renda per capta mensal familiar de até cinco salários mínimos. Essa modalidade envolve recursos dos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento, e com recursos dos bancos privados participantes.

 

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Saiba mais:

Fundo de Financiamento Estudantil – FIES/Programa de Financiamento Estudantil – P-FIES/Processo Seletivo – Primeiro Semestre de 2019 aqui.

Site do novo FIES aqui.

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SISU 2019

Hoje, 10/02 é o último dia para se inscrever na lista de espera!

 

O sonho de entrar para uma universidade pública, infelizmente não é para todos. Dos mais de quatro milhões de candidatos que realizaram o Enem, nos dias 04 e 11 de novembro de 2018, menos de meio milhão conseguirão uma vaga. O Ministério da Educação (Mec), por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) oferece no primeiro semestre de 2019, 235.476 vagas, 1,7% a menos em relação a 2017. Segundo o calendário, a primeira chamada aconteceu no dia 30/01, e as matrículas ocorrem até o dia 07/02.  Quem ficou de fora pode se inscrever na lista de espera até o dia 10/02.

 

 

Diversidade de cursos

No país há uma cultura que dignifica cursos como Medicina, Direito e Engenharia Civil, e menospreza outros cursos. Isso reflete na péssima situação social, econômica e política da sociedade brasileira, que conta hoje com mais de 12 milhões de desempregados.

Outra questão mal disseminada no país é a Orientação Educacional para os alunos que cursam o Ensino Médio. Ao conhecer as suas aptidões terá sucesso na escolha do curso superior e estará mais preparado (a) para o Enem. A família é primordial nesse processo e a pressão em cima do (a) estudante é cruel porque nem todo mundo nasceu pra ser médico ou servidor público. O Brasil também precisa das Licenciaturas, dos Tecnólogos, de pesquisadores e pensadores em todas as áreas do conhecimento. A nação precisa tanto de advogados quanto de cineastas e artistas. Também precisa de cientistas, agrônomos, chefs de cozinha e jornalistas. Todas as profissões são importantes e devem ser valorizadas, porém, para isso são necessárias políticas públicas tanto na Educação quanto na Economia.

 

Lista de Espera

Segundo o Mec, a lista de espera é liberada após a chamada regular e enviada para as universidades participantes. As vagas não ocupadas na primeira chamada devem ser usadas prioritariamente para o preenchimento das vagas oferecidas pelo Sisu.

 

 

Cronograma

Acompanhe as datas do primeiro semestre do Sisu 2019:

 

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Saiba mais:

Edital do Enem 2018 (diário oficial) aqui.

Site do Sisu aqui.

Página do Participante do Enem/Inep aqui.

 

Prouni

Último dia de inscrições (3/2)

Como é evidente que há mais candidatos no Enem do que vagas para entrar numa universidade pública, o Ministério da Educação (MEC) criou em 2004, o programa “Universidade para Todos” (Prouni), que oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior.

É uma forma de incluir as pessoas que têm dificuldades para entrar ou se manter nas universidades públicas. Não basta entrar numa estadual ou federal, também é preciso ter condições de se manter nos quatro, cinco ou seis anos de estudos puxados. Apesar de que as universidades possuem programas específicos para alunos de baixa renda, nem todos conseguem esses benefícios. Quem deseja participar do Prouni, verifique se terá condições de se manter, caso opte por um curso de período integral. O programa tem o Bolsa Permanência, uma ajuda financeira para se manter nos estudos – saiba mais no final desta matéria.

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Arquivo/Blog da Bárbara Fontes

Em 15 anos, o programa “Universidade para Todos”, o ProUni, atendeu mais de 2,4 milhões de estudantes. As instituições privadas que aderem ao programa recebem isenção de tributos.

 

Ofertas de Bolsas

São ofertadas 243.888 bolsas, sendo:

116.813 integrais e 127.075 parciais (50%).

Essas bolsas são distribuídas em 1.239 instituições de educação superior brasileiras. Segundo o MEC, “esta é a maior oferta de bolsas da história do ProUni, desde sua criação, em 2005”.  Para conseguir bolsas integrais, o (a) candidato (a) deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. No caso das bolsas parciais,  a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. O programa conta com o Fundo de Financiamento Estudantil (Novo Fies), que possibilita ao bolsista parcial financiar parte da mensalidade não coberta pela bolsa.

 

O Prouni é destinado aos:

* Estudantes egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais da própria escola.

* Estudantes com deficiência.

* Professores da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Nesse caso, não é necessário comprovar renda.

 

 

Como participar do programa (1º semestre de 2019)

* Ter participado do Enem de 2018 e ter obtido no mínimo 450 pontos na média das notas.

* Não pode ter tirado zero na Redação.

 

 

Inscrição no Prouni

Deve entrar no site do programa e informar o número de inscrição do Enem 2018 e a senha mais atual cadastrada no Enem. Os candidatos podem conferir as bolsas disponíveis, pesquisando por curso, instituição ou município. As inscrições somente pela internet e se estendem até as 23h59 de 3 de fevereiro, horário oficial de Brasília. O resultado da primeira chamada será divulgado na próxima quarta-feira, 6 de fevereiro.

 

Segundo a Assessoria de Comunicação do MEC,

No segundo dia de inscrições, até as 19 horas, foram registrados 658.544 inscritos e 1.254.803 inscrições, considerando as duas opções de escolha dos candidatos, no processo seletivo do Programa Universidade para Todos (ProUni). O programa concede bolsas de estudo em cursos de graduação em instituições de educação superior privadas.”

 

Cronograma

Prouni_2019_Cronograma

Saiba mais: 

Prouni aqui.

Bolsa Permanência (Prouni) aqui.

SISU aqui.

SISU inscrições aqui.

SISU 2019 – Inscrições Abertas

Inscrições Prorrogadas: Até o dia 27 de janeiro.

Devido aos problemas com o acesso ao Sistema de Seleção Unificada (SICU), o Ministério da Educação (MEC) prorrogou a data para as inscrições, de 25/01 (sexta-feira) passou para o dia 27 (domingo).

Segundo o MEC, a próxima classificação parcial será divulgada em 26/01/2019 a partir de 1h (horário de Brasília). É importante observar essa classificação, o participante pode ter inscrito para um determinado curso, porém, a sua média da nota for abaixo da nota de corte, não vai conseguir a vaga ou terá que aguardar a 2º Chamada.

As notas de cortes para o curso de Medicina e Direito, as mais requisitadas na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), são 790,76; e 747,08 respectivamente (divulgada em 25/01).

 

Quem pode se inscrever?

Os candidatos que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e que tenham obtido nota maior que zero na redação.

Os estudantes que participaram na condição de ‘treineiro’ não podem participar do Sisu 2019, conforme o item 2.5 do Edital do Enem 2018.

As inscrições só podem ser realizadas pelo site do Sisu utilizando o número de inscrição e senha do Enem 2018.

Sobre o Sisu

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É um sistema informatizado do Ministério da Educação que possibilita aos candidatos que realizaram o Enem estudarem nas instituições públicas de ensino superior (bacharel, licenciatura e tecnólogo).

Mudanças no sistema

O candidato selecionado na chamada regular, em 1º ou 2º opção, não pode participar da lista de espera.

O candidato não selecionado na chamada regular pode escolher, para a lista de espera, a 1º ou 2º opção informada no período de inscrição.

Essas mudanças visam o melhor uso das vagas nas instituições públicas e evitar as desistências durante o curso. As vagas ociosas dão prejuízos aos cofres públicos e também deixam milhares de estudantes sem acesso ao ensino superior. É importante que o candidato ao se inscrever no Sisu escolha um curso que realmente vai dar conta de estudar por quatro ou mais  anos. É um compromisso sério! Os que não conseguirem entrar na primeira chamada do Sisu devem tentar a lista de espera. Se a pontuação não foi suficiente para entrar no curso que tanto sonhou, não caia da tentação de escolher qualquer curso só para entrar numa universidade. Estude mais, se prepare mais para as provas do próximo Enem.

Saiba mais:

Cronograma Sisu aqui.

Edital do Enem 2018 (diário oficial) aqui.

Site do Sisu aqui.

Página do Participante do Enem/Inep aqui.

ENEM 2018 – Dados da grande maratona!

O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) deste ano completou 20 anos de existência. Não é apenas uma prova para testar os conhecimentos adquiridos ao longo do Ensino Médio, é uma maratona física e mental. No primeiro dia (domingo, 4 de novembro) de aplicação da prova foram cinco horas para responder todas as questões de Linguagens, Redação e Ciências Humanas. No segundo e último dia (domingo, 11 de novembro), os participantes tiveram 5 horas e meia para resolver as questões de Matemática e de Ciências da Natureza.

Algumas questões das provas foram marcadas por polêmicas, reclamações e elogios. A maior das polêmicas foi a questão “Acuenda o Pajubá”: conheça o “dialeto secreto” utilizado por gays e travestis. Eu fiz o Enem e posso dizer com muita segurança que na primeira leitura, eu ri muito e fiquei pensando sobre o motivo de cair uma questão dessa. Não é preconceito da minha parte, e sim de curiosidade já que se refere a um “dialeto secreto”, segundo a própria questão. Quando li as alternativas, compreendi que o texto serve como um exemplo. O Enem não quer saber se o participante conhece a realidade do “Acuenda o Pajubá” e nem está incentivando a garotada a ir para os pontos de prostituição de gays e travestis. Na verdade, quer saber o quanto se conhece sobre a formação de um dialeto. É um tipo que questão que distrai muito, há o risco de perder tempo e não conseguir terminar a prova.

A Redação foi muito elogiada pela escolha do tema “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. É assunto bem atual e que, de certa forma, atinge a todas as pessoas que utilizam a rede de alcance mundial (world wide web). Segundo a presidente do Enem, Maria Inês Fini:

As provas do primeiro dia e o tema da Redação falam diretamente com a realidade dos participantes. Esperamos que eles manifestem suas crenças e valores no texto”.

O Enem exige conhecimentos que vão além do que se aprende no Ensino Médio. É necessário ter o hábito de leitura de livros, jornais e revistas; acompanhar sites de notícias, de Educação e de Entretenimento; observar as campanhas publicitárias; assistir programas de TVs (aberta e fechada), enfim, ser uma pessoa “antenada” com o que acontece no Brasil e no mundo.  É necessário possuir um “capital cultural”, termo criado pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu.

 

Resultados do ENEM 2018

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Os dados foram apresentados durante as duas coletivas de imprensa realizadas no auditório do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), em Brasília (DF), após os términos das provas em todo país. Participaram das coletivas, o Ministro da Educação (MEC), Mendonça Filho; a Secretária Executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro; e a presidente do Inep (e idealizadora do Enem), Maria Inês Fini:

1º Domingo de Prova – Linguagens, Códigos e suas tecnologias e Redação

Segundo o Inep, o Enem deste ano registrou o menor percentual de ausentes desde 2009, quando passou a ter dois dias de aplicação – 24,9% (dos 5.513.749 inscritos confirmados, faltaram 1.374.430).

*Foram registrados 87 casos de interrupção de energia elétrica, porém, apenas dois locais tiveram a aplicação da prova interrompida (em Franca/SP e Porto Nacional (TO).

*71 participantes foram eliminados: sendo 67 por descumprimento de regras gerais do Edital; dois por problemas após revista no detector de metal; e dois por uso de ponto eletrônico.

 

2º Domingo de Prova – Ciências da Natureza e suas tecnologias e Matemática e suas tecnologias

*29,2% dos inscritos não compareceram. O índice de abstenção foi maior do que no primeiro domingo de prova. Pode ser pelo fato de muitos participantes terem ido mal na primeira prova, principalmente na Redação, e não quiseram dar continuidade.

*Foi acrescido 30 minutos a mais para que os participantes realizassem as provas. Segundo professores de exatas, esse tempo foi fundamental para que algumas questões pudessem ser resolvidas. Para eles, haviam questões muito difíceis.

*66 candidatos foram eliminados: sendo 64 por descumprirem as regras gerais, como sair antes do horário permitido; uma pessoa foi flagrada na revista do detector de metal; e uma pessoa se recusou a recolher dados biométricos.

* 28 emergências médicas.

Segundo o Inep, as provas do Enem foram aplicadas em 10.718 locais de aplicação, em 1.725 municípios de todo o país.

 

Perfil do Participante do Enem

Segundo o Inep, dos 5.513.749 inscritos confirmados do Enem, 36,6% pertencem à região Sudeste; 32,8% do Nordeste; 8,5% do Centro-Oeste; 11,2% do Norte; e 11% da região Sul.

 

Em relação à etnia:

Amarela – 2,2%; Branca – 35,9%; Indígena – 0,6%; Parda – 46,5%; Preta – 12,7%. Os que não declaram etnia são 2,1%.

Mais da metade dos participantes são mulheres (59,1%); homens (49,9%). Os inscritos que já concluíram o Ensino Médio, são 58,7%. Os que ainda cursam o último ano em 2018, são 29,7%. Os treineiros (que não disputam vagas nas universidades) representam 10,6% dos inscritos.

 

Pagamento e Isenção de taxa de inscrição:

Declaração de carência aprovada: 38,9%

Inscrição gratuita: 24,9%

Pagamento confirmado: 36,1%

 

Faltas que causam prejuízos aos cofres públicos

cadernoEnem_Easy-Resize.comO ENEM é um exame que recebe investimentos altos em segurança. Cada caderno de prova vem com o nome do candidato e código de barras, assim como o todo o material que envolve o participante. Foram mais de cinco milhões de inscritos e cada um recebeu materiais que só serviriam para si. Entre 2013 a 2017, as ausência levaram a um prejuízo de quase 1 bilhão de reais. No Enem de 2017, os faltosos que receberam isenção, apenas dois por cento justificaram a ausência. Analisando essa séria realidade que acontece todos os anos, o Inep tomou algumas decisões que ajudaram o índice de abstenção ser menor esse ano, como explicou a presidente do Inep, Maria Inês Fini, durante a coletiva de imprensa do dia 11 de novembro: “no caso das inscrições gratuitas, os faltosos terão de justificar a ausência”. Quem desse grupo não justificar não poderá receber o benefício novamente. A população que paga caro para que o ENEM aconteça, agradece!

 

Quem vai fazer o Enem no dia 11 de dezembro?

No primeiro dia de aplicação do Enem, alguns locais ficaram sem energia elétrica. Os participantes afetados foram orientados a comparecer às provas do dia 11 de novembro. Dois locais foram prejudicados: um em Franca (SP), com 993 participantes; e outro em Porto Nacional (TO), com 759 participantes.

 

Questão Anulada

Uma questão da prova de Matemática e suas Tecnologias foi anulada porque já havia sido aplicada em vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O MEC instaurou sindicância para apurar as responsabilidades. Em cada caderno da prova, a questão estava com numeração diferente:

Caderno Amarelo – questão 150; Caderno Cinza – questão 170; Caderno Azul – questão 163; Caderno Rosa – questão 180; Caderno Laranja – questão 150; Caderno Verde – questão 150.

 

Gabarito disponível!

Está disponível no site do Enem (também no Aplicativo do Enem), o gabarito oficial. É possível fazer download dos Cadernos de Questões (versões amarelo, cinza, azul, rosa, laranja e verde). São seis gabaritos por dia de prova.

ATENÇÃO: Confira o gabarito relativo à cor da prova que fez em cada domingo de aplicação.  Acesse aqui o site do Enem aqui.

 

Divulgação dos resultados

Está previsto para o dia 18 de janeiro de 2019, os resultados individuais do Enem 2018.

*Foto de capa: campus da Univag (Várzea Grande) – local de aplicação do Enem. Os dois dias de provas foram tranquilos, bem organizado e sem contratempos.